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Empréstimos para imóveis caem 56% no 1º quadrimestre

sábado, 28 de maio de 2016


Em abril, liberação de crédito recuou 20,5% ante março


Abecip. Em relação a abril do ano passado, queda no volume de imóveis financiados foi de 62%
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O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos da poupança registrou queda de 20,5% em abril ante março, totalizando R$ 3,5 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O montante, conforme mostram os dados da entidade, voltou a cair em termos mensais, após reação positiva observada em março. “Mesmo com a queda, o resultado de abril é maior que o observado em janeiro e fevereiro”, destaca a entidade. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, foram financiados R$ 14,4 bilhões, retração de 56,7% ante igual intervalo do ano passado.

Na comparação com abril do ano passado, a cifra registrada no mês passado foi 62% menor, segundo a Abecip. Foram financiados 14,4 mil imóveis em abril nas modalidades de aquisição e construção. “O resultado mostrou-se mais alinhado com o observado em janeiro e fevereiro, e abaixo do realizado em março, em relação ao qual caiu 26,6%. Em termos anuais, ou seja, comparativamente a abril de 2015, quando as condições de oferta e demanda de crédito se mostravam mais dinâmicas, houve queda de 67,7%”, avaliou a Abecip, em nota.

De janeiro a abril, foram financiados 62,2 mil imóveis, queda de 59,6% em relação ao mesmo período de 2015, quando 154,1 mil unidades obtiveram financiamento bancário. De acordo com a Abecip, no acumulado de 12 meses encerrados em abril último, foram destinados R$ 56,7 bilhões à aquisição e construção de imóveis com recursos das cadernetas de poupança do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), queda de 49,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos de unidades, o crédito imobiliário viabilizou a aquisição e a construção de 249,6 mil imóveis, com redução de 52,4%.


A Abecip destacou que os saques nas cadernetas de poupança continuaram superando os depósitos em abril e a captação líquida foi negativa em R$ 6,3 bilhões. “No atual cenário macroeconômico, com a taxa de juros básicos da economia em patamar elevado (14,25% ao ano), as cadernetas continuam pouco competitivas em termos de rendimento comparado ao das demais aplicações financeiras”, justificou a entidade. Por outro lado, caso a expectativa de queda de juros se confirme, o ritmo de perdas de recursos das cadernetas tende a se reduzir, talvez já no segundo semestre deste ano.


Um terço vai para renda de até R$ 3.600
Brasília. Dos R$ 66,56 bilhões de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) a serem distribuídos em 2016, cerca de um terço (até R$ 24,2 bilhões) serão destinados a financiamentos a pessoas físicas ou jurídicas que beneficiem famílias com renda mensal bruta limitada a R$ 3.600. As diretrizes e procedimentos gerais para o cumprimento das determinações do Conselho Curador do FGTS e do Gestor da Aplicação foram divulgadas em circular da vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal, publicada ontem no Diário Oficial da União.

Serão R$ 4,8 bilhões para unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida; R$ 3 bilhões para construção ou aquisição de unidades habitacionais novas; e R$ 5 bilhões para financiamentos, em áreas urbanas ou rurais, para construção ou compra de unidades habitacionais novas, incluindo aquelas resultantes de intervenções para reabilitação urbana, passíveis de enquadramento nos limites operacionais

Usados

Orçamento. Pela circular, R$ 900 milhões serão para financiamentos em áreas urbanas, destinados à aquisição de unidades habitacionais usadas ou produção de lotes urbanizados.

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