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Crise ameaça, mas deixa o mercado imobiliário cheio de oportunidades

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

As oportunidades para quem tem capital devem ser aproveitadas agora, diz Ricardo Amorim
As oportunidades para quem tem capital devem ser aproveitadas agora, diz Ricardo Amorim



Um ditado popular diz que é nos momentos de dificuldades que surgem boas oportunidades. Saber reconhecê-las e aproveitá-las é o que faz toda diferença para obter sucesso em qualquer empreitada. 

A premissa se aplica bem ao mercado imobiliário, que, em meio às adversidades da economia brasileira, apresentam diversas oportunidades para quem busca realizar o sonho do imóvel próprio ou para aquele que quer investir em um negócio que será sempre rentável. 

Fica claro, portanto, que investir em imóveis continua sendo um ótimo negócio. Esse, aliás, é o mote da campanha "Imóvel: nossa moeda mais forte", desenvolvida pela Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário de Sergipe - Ademi-SE -, que está mobilizando construtoras e imobiliárias a mostrarem à população sergipana que investir em imóvel é uma forma segura de proteger seu patrimônio em tempos de adversidades econômicas.

De acordo com o economista Ricardo Amorim, apresentador do Manhattan Connection da Globonews e colunista da revista IstoÉ, quando o mercado está ruim para alguém, está bom para outro. "Se hoje o mercado está ruim para as empresas, está bom para o consumidor. As boas oportunidades surgem exatamente em momentos como esse: curto prazo ruim e médio e longo prazos com boas perspectivas", aponta.

Melhores condições - Ricardo Amorim argumenta que há muita demanda reprimida. Segundo ele, muitos querem comprar, mas esperam condições melhores. Isso significa que a oportunidade está em comprar antes que a demanda volte e eleve os preços. Além disso, ele reforça, mais unidades habitacionais devem ser construídas no Brasil.
Para tanto, cita a demanda provocada pela quantidade de casamentos e divórcios no País. Em 2014, foram 1 milhão e 50 mil casamentos e 350 mil divórcios. "Isso mostra que nem o crescimento orgânico por novas moradias está sendo atendido, já que construímos apenas 200 mil unidades por ano", argumenta.
Em relação ao mercado estar superofertado, o economista mostra que, no Brasil, ainda se constrói pouco em comparação a outros países. Enquanto nos Estados Unidos foram construídas 2,1 milhões de unidades em 2013, e, na China, 22 milhões, no Brasil, naquele mesmo ano, foram construídas apenas 200 mil unidades.

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