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Segundo ADEMI-BA, "Minha Casa" puxa a venda de imóveis no primeiro semestre

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Luciano Muricy: 'Do total de vendas em 2015, o Minha Casa foi responsável por mais de 2 mil unidades

O mercado imobiliário de Salvador comercializou, no primeiro semestre deste ano, 3.591 unidades habitacionais - 707 a mais em relação a igual período de 2014. Os números foram divulgados nesta quinta-feira, pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), durante uma coletiva de imprensa.( Continue Lendo - Clique Aqui)


De acordo com o presidente da entidade, Luciano Muricy Fontes, a mola propulsora desses números é o projeto de habitações populares do governo federal Minha Casa, Minha Vida (MCMV), principalmente nos municípios de Lauro de Freitas e Feira de Santana.

"Do total de vendas deste ano, o Minha Casa, Minha Vida foi responsável por mais de duas mil unidades. Mas isso é forte fora da capital, porque Salvador não dispõe de terrenos para atuar nesse segmento econômico", disse Muricy.

Segundo ele, além de mais espaço para o MCMV, a cidade precisa de um bom Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), para o mercado imobiliário avançar mais.
"Estamos esperançosos com o novo PDDU. Temos uma Orla feia e que pode ser mais valorizada, com novas construções. Claro que levamos em conta as questões ambientais e já existem estudos para crescer na Orla de forma sustentável", afirma o presidente da Ademi.

Em relação aos imóveis lançados em 2015, o número caiu de 529 (2014) para 294 este ano. Mas essa queda se deve mais a uma precaução do empresariado neste momento de economia oscilante. Quanto à oferta, já que se fala tanto sobre encalhe em Salvador, existe mais de 5,5 mil imóveis à venda, sendo 329 do programa Minha Casa, Minha Vida.

De acordo com Luciano Muricy, a oferta é saudável e não é motivo para "pânico" no setor. "Tem que considerar que 15% desse total de unidades estão prontas. Ainda tem muita obra em andamento e outras que ainda nem começaram".

O mercado precisa vencer alguns desafios para continuar a expandir. Um deles, segundo Muricy, é o "excesso de burocracia. "Hoje se paga 12% do preço do imóvel com a burocracia. São custos com cartório, longo tempo para averbação, entre outros", diz ele.

Preços
Mesmo com todo a insegurança gerada pelo atual cenário econômico, os dirigentes da Ademi afirmam que o momento de comprar um imóvel é agora.

Segundo o diretor de marketing da entidade, José Azevedo Filho, haverá um aumento de preço em função das novas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que passa a exigir das novas construções um tratamento acústico, conforto térmico, entre outros, o que eleva o custo do valor de mercado dos imóveis.

"Outro fator que vai elevar o preço é a requalificação de Salvador que valoriza os imóveis. Hoje temos boas ofertas e preços", afirma Azevedo Filho.(ATarde-BA)

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