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Escassez de terrenos em Belo Horizonte motiva procura por cidades da Grande BH

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Investimento em Uberaba será de R$ 150 milhões e o foco da construtora são prédios residenciais

A escassez de terrenos na capital mineira leva as construtoras a buscar novas oportunidades em cidades localizadas no entorno de Belo Horizonte e nas regiões que registram índices de desenvolvimento acima da média, como Triângulo Mineiro, Sul e Centro-Oeste. Em alguns casos, grandes empreendimentos residenciais são acompanhados por projetos de centros de compras, hotéis, torres comerciais e condomínios fechados.

A construtora Casa Mais, com sede no bairro Santa Tereza (região Leste), começou a explorar novos mercados há cerca de dois anos. A empresa mapeou dez polos em franca expansão e, dentre eles, foram analisadas variáveis como logística e período de retorno. Os projetos vão começar por Sete Lagoas (região Central) e Divinópolis (Centro-Oeste), onde serão lançadas 500 unidades neste ano, mediante investimento de R$ 80 milhões.

No próximo exercício, projetos que somam mil apartamentos serão lançados em Uberaba e Uberlândia (Triângulo) e Poços de Caldas, Pouso Alegre e Varginha (Sul), o que deve demandar mais uma inversão de R$ 150 milhões. O foco da construtora são empreendimentos residenciais de nove a 12 pavimentos, apartamentos de dois e três quartos, quatro por andar, duas vagas de garagem e área de lazer completa. O preço de venda fica entre R$ 200 mil e R$ 300 mil.

A Capanema Gouvêa Desenvolvimento Imobiliário (CGDI), localizada em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), investe em um complexo que inclui shopping center, erguido em parceria com a 5R, torres residenciais, comerciais e hotel. O primeiro deles será implantado em Uberaba e, neste caso, o mall começa a funcionar em outubro deste ano. O prédio residencial, com 560 apartamentos - 50% deles já estão vendidos -, será entregue em outubro de 2015. As obras do hotel e das torres comerciais também começam em 2015. O investimento é de R$ 400 milhões.

Barbacena (Campo das Vertentes) e Araguari (Triângulo) também serão contempladas com um conjunto semelhante de empreendimentos, com aportes de R$ 250 milhões a R$ 200 milhões, respectivamente. O diretor da CGDI, Cláudio Capanema, aponta que essas regiões foram escolhidas devido aos favoráveis indicadores socioeconômicos e pelo elevado volume de aportes públicos e provados que recebem. Além disso, ele ressalta que as aprovações junto aos órgãos responsáveis costumam ser bem mais ágeis.

A Precon Engenharia, com sede em Pedro Leopoldo, na RMBH, investe em imóveis que atendem à faixa dois do programa "Minha casa, minha vida" em municípios localizados no entorno de Belo Horizonte, como Betim, Contagem, Lagoa Santa, Vespasiano e Sete Lagoas. "Escolhemos esses municípios pelo fato de contarem com uma boa infraestrutura de lazer e serviços, o que ajuda a garantir o sucesso dos empreendimentos", argumenta o diretor Comercial, Felipe Bernardes. Os projetos são torres com oito pavimentos, elevador e apartamentos de 47,4 metros quadrados. No total, o Valor Geral de Vendas é de R$ 165 milhões.

O foco da MIP Edificações, sediada no bairro de Lourdes (região Centro-Sul), é Casa Branca, distrito do município de Brumadinho, também na Grande BH. O empreendimento foi denominado Eco Casa Branca e o investimento total será de R$ 20 milhões. A entrega das obras de infraestrutura está prevista para junho próximo. A área total do projeto é de 1.929.729 m2, sendo 1.424.428 m2 de área verde preservada. No total, serão 310 lotes, com área mínima de 1.000 m2 cada. As áreas externas devem contar com quadras de tênis, campo de futebol, piscina adulta e infantil, playground e academia ao ar livre.(DiariodoComercio)

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