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IGP-M fica em 0,48% em Janeiro 2014

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), desacelerou em janeiro, para uma alta de 0,48%, abaixo do 0,60% dezembro. Em 12 meses, porém, o índice utilizado na correção de contratos de aluguel e como indexador de algumas tarifas, como energia elétrica, encerrou janeiro com alta acumulada de 5,66%, ante uma variação em dezembro de 5,51%. Essa alta foi puxada, principalmente, por um avanço dos preços no setor da construção civil.
O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) é calculado mensalmente pela FGV e é divulgado no final de cada mês de referência. Os dados mostram que, de janeiro de 2013 a igual mês deste ano, apenas um dos três componentes do IGP-M teve elevação acima da média: o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com aumento de 8,39%. Neste índice, são levadas em conta as variações de preços de materiais, equipamentos e serviços, bem como da mão de obra.
Na passagem de dezembro para janeiro, o INCC-M acelerou, para 0,70% de alta, ante 0,22% do mês anterior,  sob o impacto, principalmente, dos reajustes salariais em Belo Horizonte. Nesta cidade, as negociações ocorreram em razão do período da data-base regional dos empregados do setor.
A segunda maior alta em 12 meses foi constatada no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) que apresentou 5,39% de aumento. Na última variação mensal, o índice atingiu 0,87%, ante 0,69% do mês anterior. O que mais pressionou foi o grupo educação, leitura e recreação (0,65% para 2,92%).
Mas também houve o impacto dos reajustes de preços de alguns itens como as carnes bovinas, de 1,6% para 3,24%; dos cigarros, de 1,12% para 3,58%; empregados domésticos, de 0,13% para 1,39%, e do automóvel novo, de 0,29% para 0,83%.
Já no segmento do atacado, os preços oscilaram 5,33% em um ano até este mês de janeiro. Entre o final do ano passado e começo deste exercício, ocorreu uma acomodação dos preços com uma perda na velocidade de reajustes, de 0,63% para 0,31%.
As principais influências foram as cotações das commodities, itens cujos preços são formados pela oferta e demanda no mercado internacional. A soja em grão teve queda de 5,38% ante uma alta de 2,20%; o leite in natura recuou em 6,84% ante uma variação negativa de 2,87% e o milho apresentou decréscimo de 3,27% ante 5,93%.
Na ponta contrária, subiram os preços do minério de ferro, de 0,73% para 1,98%; da mandioca, que em algumas regiões é conhecida como aipim, de -0,41% para 3,85%, e do café em grão, de 7,45% para 10,94%.



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