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Saber avaliar certo o imóvel pode ajudar a garantir boa venda futura

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013


Avaliação do bem para comercialização precisa ser criteriosa e deve levar em conta aspectos como idade do edifício ou casa, número de vagas e estrutura do prédio





Em tempos de aquecimento do mercado imobiliário, saber avaliar bem o imóvel é uma forma de tentar garantir fazer uma boa venda no futuro. Mas, entre as características do espaço e o que o rodeia, quais são os principais aspectos observados para definir o quanto ele vale? Segundo o diretor da área das corretoras de imóveis da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi-MG), Eduardo Novais, a idade do imóvel, o número de vagas de garagem e a estrutura que o prédio oferece são alguns dos principais itens analisados. A taxa de condomínio também é levada em conta, pois se ela é alta pode tirar a potencialidade de uma boa avaliação.

De acordo com Novais, o estado de conservação do imóvel também é uma parte importante no que se refere à sua valorização. “Manter o imóvel sempre em boas condições de habitabilidade e realizar as manutenções preventivas é importante”, destaca. Um imóvel malconservado é sinônimo de gastos para o futuro comprador e isso desvaloriza o local. A diretora da Céu-Lar Netimóveis, Adriana Magalhães, completa que a documentação em dia do espaço é primordial para uma boa avaliação. 

Ela acredita que a localização é outro carro-chefe para que o imóvel passe por um aval positivo por parte do avaliador e seja considerado como valorizado. “E nesse aspecto não é analisado apenas onde o imóvel está hoje, mas se naquela área há perspectiva de valorização futura. Pode ser que atualmente a região esteja ruim, mas devido a uma intervenção urbana, como uma obra ou a construção de um empreendimento, ela pode vir a ser privilegiada”, explica. Adriana lembra que o processo de avaliação de um imóvel é como um exame médico para chegar a um diagnóstico. No caso de imóveis, são análises que pretendem concluir quanto aquele imóvel vale no mercado.

OCUPAÇÃO DO LOTE 


No caso de terrenos, o processo é feito mediante análise do que pode ser construído no local, bem como as características do futuro empreendimento. Segundo Eduardo Novais, é feita uma topografia observando o tamanho do lote, metragem da frente e se é de esquina. “Consultamos também a Lei de Uso e Ocupação do Solo da Prefeitura de Belo Horizonte para verificar as características da via, zoneamento da região e o percentual de ocupação do lote, para saber o que podemos fazer e a quantidade de unidades que ele suporta”, diz.

A avaliação costuma ser feita por corretores ou engenheiros e é solicitada, normalmente, quando há a necessidade de análise de inventários, distribuição de bens, avaliações judiciais ou quando algumas construtoras vão realizar permutas. Após o trabalho avaliativo é fixado o preço do imóvel e o proprietário tem a opção de seguir. Para Adriana Magalhães, uma avaliação benfeita é certeza de venda. “É onde tudo começa e esse processo é bem técnico, analisa todos os aspectos do imóvel ou do terreno. Após a avaliação você já fez tudo, agora é só achar o comprador”, pontua.

Itens que valorizam um imóvel

» Documentação regularizada
» Localização privilegiada, ou que tenha perspectiva futura de valorização
» Boa conservação do imóvel
» Vagas de garagem, taxa de condomínio não tão alta e estrutura do prédio (esses três em caso de apartamentos)
» Tamanho do terreno e possibilidades de construção (em caso de lotes)

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