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Feirão da Caixa terá 15 mil unidades, incluindo imóvel de R$ 1,2 mi

quinta-feira, 23 de maio de 2013


Serão 41 construtoras oferecendo só lançamentos com primeira parcela apenas para 2014

Em 2012, 30 mil pessoas passaram pelo Feirão que, nesta edição, terá mais de 15 mil imóveis, a partir de R$ 90 mil

Mais de 15 mil unidades à venda no Expominas, com juros a partir de 4,5% ao ano e oito meses para pagar a primeira prestação. Está parecendo propaganda de carro, mas é o Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal, que começa amanhã e vai até domingo. “Quem fechar o financiamento no período do feirão, seja no Expominas ou em qualquer agência da Caixa, pode pagar a primeira prestação só em janeiro de 2014”, anuncia o superintendente regional da Caixa em Minas Gerais, Rômulo Martins.

Outra novidade da nona edição do feirão é que não haverá imóveis usados à venda. Neste ano, imobiliárias não estarão presentes; apenas construtoras vão participar. Serão 41 empresas ofertando 15,8 mil imóveis de R$ 90 mil a R$ 1,2 milhão. Segundo a Caixa, 70% das unidades vão custar entre R$ 90 mil e R$ 140 mil.

A expectativa é receber 35 mil visitantes nos três dias do feirão e gerar um volume de negócios entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,52 bilhão. “Esperamos um crescimento de 20% a 30% em relação a 2012, quando foram movimentados R$ 1,17 bilhão”, afirma Martins.

O superintendente da Caixa ressalta que o evento é voltado para a classe média e para a baixa renda, com muitas unidades dentro do programa Minha Casa Minha Vida. Entretanto, é possível encontrar imóveis mais caros. “Nesta edição contaremos com a parceria do banco Panamericano, que atenderá exclusivamente quem quiser pegar empréstimos de no mínimo R$ 300 mil, para imóveis que custam a partir de R$ 500 mil”, anuncia Martins.

Mercado. O feirão acontece num momento de boom de crédito imobiliário. No primeiro trimestre, só em Minas Gerais, foram liberados R$ 2,04 bilhões em 18,22 mil contratos para pessoas físicas. No ano passado, no Brasil, foram liberados R$ 106,74 bilhões em financiamentos. Para 2013, a previsão é R$ 126 bilhões. Há dez anos, esse volume era de R$ 5,1 bilhões ou seja, o crescimento de 2003 para cá foi de 2.420%.

“O perfil do Brasil mudou. Hoje as condições econômicas estão melhores, os juros caíram e os prazos aumentaram, e o aumento do crédito é sintoma de crescimento. E a construção de novas unidades habitacionais também gera mais emprego”, avalia Martins.

A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, que era de 1,4% em 2004, no ano passado, ficou em 5,3%. E, para 2014, a expectativa é de alcançar 11% do PIB. “Em países como a Holanda essa participação é de 105%. Aqui, as condições melhoraram e nós temos muito potencial para crescer”, destaca Martins.

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