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Credito Imobiliário da caixa fecha trimestre com recorde

quarta-feira, 10 de abril de 2013


Juros menores e prazos maiores favoreceram contratações de crédito imobiliário na Caixa

Resultado é 31,7% maior ao apurado em igual período do ano passado



A redução nas taxas de juros e a ampliação de 20 para 35 anos do prazo dos financiamentos habitacionais favoreceram a expansão do crédito imobiliário, fazendo com que a CEF (Caixa Econômica Federal) registrasse recorde de R$ 28,91 bilhões em contratações no 1º trimestre de 2013.
O resultado é 31,7% maior ao apurado em igual período do ano passado e aponta, segundo avaliação do vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, para a superação da previsão inicial de R$ 120 bilhões em contratações para este ano.
Além da redução nas taxas de juros e da ampliação dos prazos de financiamento, a Caixa acredita que outros cinco fatores impulsionaram o crédito imobiliário, são eles: estabilidade econômica, aumento da renda da população, elevação do nível de emprego, confiança do setor produtivo e redução do risco bancário.
Caixa registrou recorde de R$ 28,91 bilhões em contratações no crédito imobiliário  1º trimestre de 2013 (Divulgação)
Caixa registrou recorde de R$ 28,91 bilhões em contratações no crédito imobiliário 1º trimestre de 2013 
Produção

Do total de crédito contratado na instituição nos três primeiros meses do ano, R$ 17,04 bilhões foram referentes à compra ou construção de imóveis individuais, enquanto que R$ 11,87 bilhões, ou 41% do montante, foram para a produção de imóveis (financiamentos às construtoras para a execução de empreendimentos).
Neste segundo caso, o diretor de habitação destaca a importância do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, visto que, em 2007, apenas 14% do total de financiamentos correspondiam à produção.
“O Minha Casa, Minha Vida passou a dar um subsídio que pode chegar a mais de 90% do valor do imóvel e trouxe para o mercado um segmento social que também representa mais de 90% do déficit habitacional (...) Enquanto que em países como Estados Unidos, Espanha e Grécia o mercado ficou paralisado, o Brasil registrou uma grande expansão no setor. Não é a toa que o programa vem despertando interesse de vários países no mundo”, disse Duarte.


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