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Quanto mais alto o edifício, mais caro fica o preço

segunda-feira, 9 de abril de 2012

A cada andar para cima, 1% a mais no preço. Essa costuma ser a regra adotada pela Concreto na comercialização de seus apartamentos. “Se são dez andares, o último vai custar 10% a mais”, afirma Miguel Safar, diretor-presidente da empresa. Em edifícios mais altos, com mais de 20 andares, essa diferença de preço é menor, diz, em torno de 0,5% . “Os andares do alto costumam ser mais valorizados”, diz Safar.

Na construtora Direcional, grande parte dos empreendimentos tem unidades com dois e três quartos. No caso dos apartamento de dois quartos e 57 metros quadrados, por exemplo, o preço das unidades costuma ser R$ 220 mil. Já nas unidades de três quartos e com 72 metros quadrados o valor já sobre para R$ 290 mil, diferença de 31,8%. A vaga de garagem a mais gira em torno de R$ 12 a R$ 18 mil nas unidades dentro do padrão da Direcional.

Mas se em alguns edifícios o preço dos apartamentos sobe de acordo com a altura maior, em outros a razão é inversa. “As unidades do térreo costumam ter boa saída para idosos, famílias com animal ou crianças”, diz Fernando Utsch, diretor de novos negócios da incorporadora PDG, que costuma construir edifícios de quatro a cinco andares.

Ele ressalta, no entanto, que o último andar tem “seu lugar”, pois muitos consumidores não gostam de ter vizinhos no andar de cima. “E o apartamento abaixo do nível da rua é sempre depreciado, pois tem menor iluminação”, afirma. Além disso, muitas vezes esses imóveis ficam no mesmo nível da garagem, o que limita a privacidade dos moradores.(EM/Economia)

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