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Recife: Valorização imobiliaria elem do cais

sábado, 24 de março de 2012

Dois anos. Esse é o prazo que o mercado imobiliário do Recife vislumbra para que uma nova área (re)nasça na cidade. A partir da execução das obras do complexo do Cais José Estelita e do Porto Novo, surge a expectativa de valorização dos bairros de São José e Cabanga e de um trecho de Afogados. Os futuros vizinhos de hotéis, empresariais, residenciais e centros de convenções, cultura, lazer e entretenimento podem acabar se apropriando do novo perfil que está sendo proposto para essas regiões a partir dos projetos que já foram apresentados. Somente ao longo da Avenida Sul, por exemplo, a tendência é que galpões deem lugar a prédios, segundo o mercado imobiliário.

Para o setor, o entorno do empreendimento do Novo Recife, no Cais José Estelita, deverá pegar carona no novo uso que poderá ser dado àquela área com a construção do complexo formado por edifícios empresariais, residenciais e hotéis. “A região do cais está, geograficamente, muito bem situada no Centro e voltada para o Rio Capibaribe. É uma área boa para ser explorada pelo mercado imobiliário e foi isso o que os incorporadores enxergaram ao adquiri-la. A partir dessa área, tudo o que está ali por trás, como as avenidas Sul e Imperial, vai, automaticamente, ser valorizado”, conjecturou o presidente do Sindicato da Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), Elísio Júnior.

Para ele, a tendência é que os galpões sejam, aos poucos, substituídos por edifícios com lojas, escritórios e habitações. “Todos aqueles terrenos e prédios por trás do José Estelita serão valorizados com a urbanização humanizada do local. As áreas favorecidas serão o bairro de São José, a partir da Praça Sérgio Loreto, Cabanga, no entorno do quartel, e Afogados até a ponte”, completou.

De acordo com o presidente do conselho consultivo da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-PE), Marcello Gomes, a partir dos projetos de revitalização dos armazéns do Porto do Recife, que ganharão novos usos, e do Cais José Estelita, a capital acompanha a tendência mundial das cidades litorâneas de resgate dos centros históricos e comerciais. “Quem anda na Rua Imperial percebe seu estado de degradação ambiental e arquitetônico. Talvez esses empreendimentos possam resgatar essas áreas que ficaram à margem do desenvolvimento da cidade”, colocou. (DiariodePernambuco)

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