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Preços levam a corrida por imóveis mais baratos no Rio

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Aluguel no Leblon pode chegar a R$ 17 mil. Procura por unidades mais acessíveis forma filas
Rio - Quem busca imóveis para alugar no Rio continua a ter dificuldades com preços, principalmente se a escolha é morar em bairros mais nobres. Segundo dados divulgados este mês pelo Sindicato da Habitação 
do Rio de Janeiro (Secovi Rio), é possível achar unidades entre R$ 400 mensais, média para um quarto no   Méier ou Ramos, na Zona Norte, e R$ 17 mil, média para quatro quartos no Leblon, bairro da disputada Zona Sul. A distorção acaba por formar fila em torno das opções mais baratas.

O relatório — segundo dados de dezembro de 2011 — aponta que o aluguel por metro quadrado no Méier fica, em média, por R$ 14, enquanto o mais caro, em Ipanema, R$ 57. Segundo Antônio Paulo Monnerat, presidente de locações do Secovi Rio, os valores exorbitantes condizem com a forte procura.

“É a lei de oferta e procura. Copacabana já não é tão cara, assim como Catete, Glória ou Flamengo. À medida em que você sai da Zona Sul e vai para outras regiões, os preços ficam consideravelmente melhores”, explica o executivo.

Diante das listas de espera por imóveis mais baratos, é preciso agilidade: estar com a ficha limpa, sem pendência financeira. Com a documentação pronta, também do fiador, o candidato deve apresentar proposta de locação.

Mas nem sempre a satisfação é completa. “O apartamento perfeito é utopia. É preciso fazer pesquisa, tanto para comprar quanto para alugar”, afirma Monnerat.

Avaliar localização, transportes e até se vale a pena dividir é importante

Monnerat dá dicas e um passo a passo para a escolha na hora de alugar um imóvel: “Existem fatores, como ficar perto de escola, trabalho, entre outros”. Mas, começando pelo preço, o indicado é ter uma renda três vezes maior que o valor do aluguel, independentemente do bem desejado.

Pensar em transporte é vital. Alguns imóveis são melhor localizados, por estarem próximos de pontos de ônibus ou das estações do metrô, o que gera economia para a família.

Apartamento de sala e quarto ou sala e dois quartos são sugeridos por Monnerat para quem deseja montar escritório em casa. Se quiser trabalhar e morar em prédio misto, que permite uso comercial e residencial, é o ideal. Em Copacabana e no Centro, por exemplo, o percentual é bem menor, mas existem.

Quem pensa em dividir apartamento deve avaliar se a convivência vai ser pacífica. “É preciso ter um laço bem forte para assumir esse compromisso”, aconselha Monnerat.

Para sair na frente

O presidente de locações do Secovi sugere que a documentação seja preparada com antecedência. “O quanto antes (o interessado) separar os documentos necessários para a locação, maior será sua garantia na disputa por um imóvel. Quem entrega primeiro tem a preferência”.

Para se candidatar, é preciso separar identidade, CPF, comprovante de residência (contas como luz, gás etc) e comprovante de renda, como três últimos contracheques. Para o fiador, mesma documentação, mais Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e certidão do Registro de Imóveis.

De lupa

Nas proximidades da Tijuca, Méier, Ramos ou Santa Teresa, imóveis com um quarto podem ser encontrados por preços entre R$ 400 e R$ 900, para locação. Já unidades em bairros como Ipanema, Jardim Botânico ou Gávea têm preços inviáveis para muitos cariocas, mesmo com apenas um quarto: quase R$ 2 mil.ODiaOnline)
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