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Imóveis ficaram 26,3% mais caros em 2011

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012


As maiores altas do ano foram verificadas no Rio de Janeiro (34,9%), em Recife (30,7%) e em São Paulo (27%)



O preço médio do metro quadrado dos imóveis residenciais no País apresentou um aumento de 26,3% em 2011, de acordo com levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) baseada em dados do site Zap Imóveis. Entre as sete regiões metropolitanas abordadas pela estudo, as maiores altas do ano foram verificadas no Rio de Janeiro (34,9%), em Recife (30,7%) e em São Paulo (27%).

Apesar da forte elevação, o levantamento divulgado nesta quarta-feira mostra que o preço médio das moradias começou a dar sinais de desaceleração nos últimos meses do ano passado. Em dezembro, a alta média foi de 1,1%, nível abaixo do 1,4% registrado em novembro e do 1,6% de outubro. Em abril, essa alta mensal chegou ao pico de 2,7%.

Na avaliação de Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice Fipezap, o avanço mais lento do preço dos imóveis é reflexo da desaceleração como um todo da economia brasileira. "Já é possível ver um crescimento menor no mercado de trabalho e em várias atividades produtivas", explicou. Além disso, a desaceleração no mercado imobiliário ocorre após um movimento de forte elevação do preço nos anos anteriores. "Em algum momento, os preços tinham que se acalmar, porque chegaram perto do limite do que as pessoas podem pagar," avaliou.

Em São Paulo, o metro quadrado dos imóveis residenciais subiu em média 1,4% em dezembro, a menor variação desde maio de 2010. Com isso, o preço médio do metro quadrado na capital paulista ficou em R$ 6.066, a terceira maior do País. Os bairros mais caros da cidade são Jardim Paulistano (R$ 9.585) e Ibirapuera/Vila Nova Conceição (R$ 9.496).

No Rio, o aumento no mês passado foi de 1,1%, a menor taxa desde abril de 2009. Na capital fluminense, o preço médio do metro quadrado ficou em R$ 7.421, atrás apenas do Distrito Federal (R$ 7.919). A pesquisa mostra ainda que, na região de Brasília, os preços chegaram a cair 0,2%, o que representa a primeira queda na região desde o início da série, em setembro de 2010.(Uai/EstadodeMinas)

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