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Financiamento imobiliário sobe 195% no Amazonas

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


Segundo o Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) 85% das transações são por meio de financiamentos mistos, que incluem os bancos e as construtoras





Manaus - Os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) contabilizaram mais de R$ 1,336 bilhão liberados no acumulado de janeiro a setembro de 2011. No Amazonas, neste mesmo período, somente o aporte para a construção e reforma de imóveis triplicou em relação ao ano passado.

Os números são do Banco Central (BC) e apontam que o Estado apresentou uma evolução de 195,35% se comparado com o mesmo intervalo de 2010, quando no Amazonas os financiamentos para a construção e aquisição de imóveis prontos foram em torno de R$ 452,3 milhões.

As operações, de acordo com o BC, somente em 2011, ultrapassaram em 118% todo o montante financiado em 2010, que somou perto de R$ 611 milhões.

Dados do BC mostram ainda que 84,08% de todo esse volume de crédito imobiliário com recursos da poupança foram destinados para a compra de material de construção e execução de reformas ou ampliação de imóveis o que correspondeu a R$ 1,123 bi.

AvaliaçãoMesmo com os números positivos no segmento da construção ou reforma, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Louças, Tintas, Ferragens, Material Elétrico e de Construção de Manaus (Simacon), Aderson Frota, afirma que este é o momento de retomada de um mercado que estava com o freio de mão puxado em função das medidas do governo federal. “Embora tenha sido liberado R$ 1 bilhão, isso ainda é insuficiente para movimentar a construção, de fato. Esse crédito não significa que é direto ao consumidor. Acredito que o crédito está bastante engessado do ponto de vista burocrático”, ressaltou Frota.

Observando as liberações mensais de financiamentos, depois de janeiro (R$ 36,2 milhões), setembro foi o mês com o pior resultado de 2011. Enquanto o mercado estava aquecido em maio (R$ 280,3 milhões) e em abril (R$ 184,8 milhões), setembro ficou bem abaixo dessa média, fechando com R$ 55,1 milhões.

Já quem demandou recursos para a aquisição de imóveis prontos (residenciais e comerciais) aplicou R$ 212,7 milhões na transação. Se comparado com o acumulado de janeiro a setembro do ano passado, houve um incremento de 43,64%.

Somente em setembro, as operações imobiliárias no Brasil somaram R$ 7,333 bilhões.
(Fonte: D24am.com)

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