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Abecip divulga dados do crédito imobiliário e expectativas para 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012





Volume de financiamentos da poupança bateu recorde e deve crescer mais 30% em 2012



A Abecip (Associação Brasileira de Crédito Imobiliário e Poupança) divulgou hoje (26) os resultados do crédito imobiliário em 2011 e as expectativas para 2012. Conheça, abaixo, os principais dados do balanço da entidade.

Volume financiado - O volume dos financiamentos para aquisição e construção de imóveis cresceu 42% em 2011 - novo recorde histórico no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). No ano de 2011, foram concedidos R$79,9 bilhões em empréstimos para a construção e compra de imóveis, R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010.



Unidades financiadas - De janeiro a dezembro de 2011, foram financiadas 493 mil unidades, com crescimento de 17% em relação ao número registrado em 2010. Em dezembro, foram financiados 49,6 mil imóveis, também constituindo um novo recorde histórico mensal. Comparando a novembro, o resultado de dezembro cresceu 27%. Em relação a dezembro de 2010, o aumento foi de 14%.



Saldo e captação da Poupança - Em dezembro, os depósitos superaram os saques em mais de R$ 1,2 bilhão, sendo que no ano de 2011 a captação líquida somou R$ 9,4 bilhões. O saldo das cadernetas de poupança no SBPE teve aumento de mais de R$ 30 bilhões em 2011, passando de R$ 299,9 bilhões, em dezembro de 2010, para R$ 330,6 bilhões em dezembro de 2011.
Perspectivas - Para 2012, a Abecip estima que o volume de financiamentos com recursos da poupança cresça 30%, atingindo volume de R$ 103,9 bilhões. Para Octavio de Lazari Junior, presidente da Abecip, essa desaceleração no ritmo de crescimento deve ocorrer por conta do maior cuidado das incorporadoras em cuidar de suas grades de custos, o que deve reduzir o número de lançamentos. Para Lazari, a mudança de foco é positiva, visto que a prioridade do setor é manter crescimento perene e consistente.
Cenário econômico - Para este ano a entidade estima que o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro cresça 3,3%, o nível de desemprego siga baixo e a massa salarial continue em crescimento.(Economia-PINIweb)


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