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Imóveis populares agora têm diferencial

sábado, 29 de outubro de 2011



Cômodos maiores e bem divididos, e acabamento de qualidade, além de área de lazer completa, são os principais atrativos dos apartamentos do segmento econômico
A advogada Santusa Simões adquiriu apartamento ainda na planta para investimento (Jair Amaral/EM/D.A Press)
A advogada Santusa Simões adquiriu apartamento ainda na planta para investimento

Quem disse que preço baixo não combina com qualidade? Certamente, não foi um mineiro. Visto como um dos mais exigentes do país, o consumidor daqui não aceita investir em qualquer imóvel só porque vai pagar pouco. Ele pesquisa, compara e só depois opta por aquele que tiver o melhor acabamento.

Logo que se mudou para Belo Horizonte, há quase dois anos, o paulista Astério Vaz Safatle, diretor executivo da incorporadora PDG, percebeu a diferença. Acostumado a lidar com o público de outros 16 estados, além do Distrito Federal, ele viu que, para o mineiro, é importante adquirir um imóvel bem-acabado e pronto para morar. Por isso, a atenção passou a ser redobrada com cada detalhe. Piso instalado, azulejo na cozinha, vaso sanitário com dois botões e torneira com arejador são citados por Astério. “Raramente, o mineiro compra numa primeira olhada. Ele volta para casa, pensa, agenda uma visita com a família, pois sabe que é um bem muito valioso que está em jogo”, observa.

O foco da PDG é o segmento econômico. A incorporadora constrói imóveis de até R$ 250 mil, incluindo a faixa do programa do governo federal Minha casa, minha vida. A maioria dos projetos é de condomínio com prédios de quatro a cinco andares, sem elevador, uma vaga descoberta para cada unidade e área de lazer completa, com quadra, espaço gourmet e piscina. Os apartamentos podem ter dois ou três quartos, todos sem suíte, com tamanhos que variam de 43 a 55 metros quadrados.

O primeiro empreendimento da PDG em Minas, cuja previsão de entrega é setembro de 2013, foi erguido no Bairro Diamante, Região do Barreiro. Hoje, os negócios se expandiram para o Bairro Jardim Vitória, na Região Nordeste, e para algumas cidades da Grande BH, onde Astério enxerga o maior potencial de crescimento. “Com a classe média brasileira se firmando, a procura pelo primeiro imóvel é crescente.” A PDG já chegou a Betim, Contagem, Ribeirão das Neves, Santa Luzia e Vespasiano. Só este ano, foram lançadas 1.925 unidades.

CONDIÇÃO MELHOR 

Astério explica que o público-alvo da PDG são mineiros que buscam a primeira moradia. Cerca de 70% dos clientes são famílias com um filho, mas os imóveis atraem também jovens universitários e recém-casados. “Nossos apartamentos são para quem já vive na região. Compra a pessoa que quer continuar morando ali, mas numa condição melhor”, afirma. A exceção fica por conta de investidores, como a advogada Santusa Simões, moradora de Belo Horizonte, que lucram com a procura cada vez maior por esse tipo de imóvel.

Satisfeito com os números em Minas – o estado foi responsável por 3,2% dos quase R$ 5,5 bilhões arrecadados com vendas em todo o Brasil nos últimos nove meses –, o diretor da PDG revela que há planos de ampliar os negócios para além da Grande BH. “Há demanda por lançamentos em outras cidades mineiras.” Para atender essa demanda, a incorporadora já adquiriu terrenos para os próximos três anos.(EM/UAI)

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