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População de alta renda investe 97,7% em imóveis e autos

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Fractal aponta que 97,7% da classe de alta renda investem em imóveis próprios ou automóveis. O estudo também traz dados como objetos possuídos, atividades de lazer mais frequentes, aspirações pessoais, comportamento e maiores preocupações sociais.

A análise aponta o perfil da classe de alta, com informações como distribuição patrimonial, que engloba aquisição de imóveis tanto residências próprias, rurais para lazer quanto comerciais, ou de veículos.

"Neste quesito, 97,7% dos entrevistados afirmam que têm algum tipo de investimento próprio", afirma Celso Grisi, diretor presidente do Instituto.

A pesquisa foi realizada com 2.614 pessoas com renda mensal acima de R$ 4 mil, em nove cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília.

Outros dados avaliados foram os objetos de posse: 79,9% têm em sua residência de dois a quatro televisores. A maior preocupação desse público está relacionada à segurança pública no Brasil.

De acordo com a pesquisa, as atividades mais realizadas no tempo livre são assistir televisão e navegar na internet. Já no quesito comportamento social, 73,4% estão satisfeitos com o relacionamento entre amigos.

Quando questionados sobre a distribuição patrimonial, 62,9% do público declara que têm aplicações de baixo risco no Brasil, como previdência privada, entre outros.

Já 20,2% investem em empresas e 23,9% alegam que deveriam investir mais em companhias. "Quando projetam na composição ideal de investimentos, os entrevistados alegam que preferem ter uma liquidez, com garantia de uma renda que possam sustentar, caso ocorra a perda de emprego", afirma Grisi.

Como item de posse, 94,2% têm imóvel próprio, 52,6% possui automóvel, 90% utiliza de escritório próprio e 97,8% tem casa de campo.

Entre as preocupações desta camada social, além da segurança, também estão valorizados itens como educação, família, saúde física, entre outras.

A orientação profissional é um dos destaques, a pesquisa aponta que 95,6% se preocupa com as perspectivas futuras, enquanto 87,4% está atento a situação econômica do País.

Nas questões relacionadas à sociedade, conceitos e valores instrumentais, 42,7% dos entrevistados não participam de projetos sociais, e o índice de satisfação no relacionamento familiar é de 57,6%.

Na busca pessoal, 61,8% procuram segurança para viver, 59,1% dos entrevistados consideram muito importante ser respeitado e 51,5% acreditam ter alcançado os desejos aspirados no passado e 31,5% têm uma boa posição social.(DCI)

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