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Mercado Imobiliário: Gigante imobiliária, PDG mira Norte e Nordeste

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Líder em vendas no país prevê R$ 2 bi em lançamentos nas regiões neste ano
Incorporação da Agre, feita em maio, permitirá à PDG diversificar os negócios, até agora focados no centro-sul

Dona de um faturamento de R$ 4,2 bilhões, a PDG Realty encontrou na Agre, companhia incorporada em maio, o principal apoio para crescer nas regiões Norte e Nordeste.
Segundo a Folha apurou, os lançamentos imobiliários da PDG nas duas regiões devem beirar R$ 2 bilhões neste ano. O volume é considerado expressivo por especialistas e dá novo fôlego de crescimento à PDG, que até agora concentrava mais da metade dos negócios no centro-sul.
Procurada, a PDG não se pronunciou, afirmando estar em período de silêncio.

"A Agre é o carro-chefe de diversificação geográfica da PDG nessas regiões", diz Armando Halfeld, analista da Ativa Corretora.
Imobiliária líder em vendas no país no ano passado, num momento de expansão histórica do setor, a PDG teve um crescimento meteórico nesta década.
Criada em 2003 a partir de investimentos do Pactual Capital Partners (PCP), divisão do Banco Pactual, a companhia passou de empresa virtualmente desconhecida para a condição de gigante do setor.

Neste ano, a previsão é atingir a faixa entre R$ 6,5 bilhões e R$ 7,5 bilhões em lançamentos imobiliários.
A estratégia para o crescimento foi a de aquisições do controle e de participações em oito empresas nos últimos quatro anos.
Fruto da união entre Abyara, Klabin Segall e Agra, a Agre prevê que 56% de seus lançamentos no ano, avaliados em R$ 2,5 bilhões, aconteçam no Norte/Nordeste. É a primeira vez que os lançamentos nas duas regiões superam Sul e Sudeste.

SALVADOR
Salvador é a principal área de interesse. Neste ano, foram lançados três empreendimentos na cidade, que até dezembro deve receber outros dois, num total de R$ 900 milhões.
"A demanda está concentrada principalmente no segmento residencial, mas miramos também oportunidades comerciais", diz Beto Horst, presidente da Agre.
Natal e Recife são outras capitais-alvo de crescimento da PDG com a Agre. Em Fortaleza, a companhia também receberá o reforço dos empreendimentos da Goldfarb, braço dedicado ao segmento econômico e controlado pela PDG desde 2006.

"No Norte, os alvos são Manaus e Belém, onde a Agre atua com parceiros locais de incorporação", diz Horst.
No Amazonas, a parceria da Agre é com a construtora Amazonas, e, no Pará, com a Leal Moreira.
CAMILA FUSCO-Folha de São Paulo

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