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Primeiro imóvel: veja dicas para fazer a melhor compra para a família e o bolso

quinta-feira, 22 de abril de 2010

SÃO PAULO – Muito se fala dos cuidados com a documentação na hora de comprar um imóvel. Contudo, quem vai comprar a casa própria, especialmente pela primeira vez, deve fazer algumas outras observações antes de fechar negócio.

De acordo com a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, o primeiro passo é decidir se este imóvel será uma aquisição para se viver por um período ou para a vida inteira. Isso porque, a primeira hipótese, diz ela, permite a compra de uma casa ou apartamento menor, com custos mais baixos.

Por outro lado, no caso da segunda opção, será necessário fazer um planejamento familiar, antes de sair procurando o imóvel ideal, para assim, ter uma ideia do tamanho necessário da propriedade.

“Se a pessoa, o casal, deseja comprar um imóvel para viver a vida inteira ou uma boa parte dela, é preciso pensar quantos filhos esta pessoa quer ter, se há a possibilidade de pais ou parentes mais velhos irem morar com ela no futuro e mesmo se ela pensa em ter um animal doméstico”, alerta.

Localização
Definido o tamanho, outra consideração importante é a localização. Neste caso, o futuro morador deve observar a distância do local de trabalho ou da escola dos filhos, os serviços prestados pelo bairro, além da vizinhança.

“O quesito vizinhança é importantíssimo, pois pessoas que gostam de silêncio não devem morar próximo a bares, avenidas movimentadas, ou mesmo perto de linhas de trens ou metrô”, diz.

Também deve ser observada a questão da segurança e da mobilidade, o que deve ser pensado conforme a rotina dos moradores do imóvel.

Gastos
No que diz respeito aos custos, Roseli orienta que as famílias comprometam no máximo 25% da sua renda com as despesas relacionadas ao imóvel, o que inclui gastos com financiamento, se houver, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e condomínio.

“O valor de condomínio deve ser observado com muita atenção, pois, muitas vezes, é melhor optar por um imóvel mais caro, porém com condomínio menor, do que onerar demasiadamente o orçamente da família”.

Ainda com o objetivo de economizar, a diretora da Lello Imóveis diz que pode valer a pena a compra de um imóvel usado, em vez de um novo. A explicação, segundo ela, está no poder de negociação, já que um imóvel usado pode chegar a custar cerca de 50% menos do que uma propriedade nova com características semelhantes.(Infomoney)

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