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Caixa já prepara feirão em BH

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Evento será realizado entre 11 e 13 de junho. Até agora, 20 construtoras ofereceram mais de 9 mil unidades em BH

Beto Magalhães/EM/D.A Press

Evento de 2009 ofereceu 13 mil imóveis. Este ano, expectativa é maior

O 6º Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal promete superar os 13 mil imóveis oferecidos na última edição, somente em Belo Horizonte. Até agora, 9.214 unidades de 20 construtoras e 25 imobiliárias já confirmaram presença no evento, que será realizado entre 11 e 13 de junho no Expominas. Além da capital, Uberlândia, no Triângulo, receberá o feirão entre 21 e 23 de maio e já confirmou a oferta de 11 mil unidades.

A novidade desta edição é que os imóveis adjudicados, aqueles que tiveram que ser recolhidos pela Caixa para evitar inadimplência dos compradores e serão leiloados, não farão parte do Feirão. "Esses imóveis não têm um volume representativo e nosso foco é o programa Minha casa, minha vida", afirma o superintendente da Caixa em Minas Gerais, Rômulo Martins. Cerca de 50% de todas as unidades ofertadas são destinadas ao programa do governo federal.

Isso não impede que outras pessoas participem do feirão, que disponibilizará imóveis para todas as faixas de renda com financiamentos efetuados pelos programas Carta de Crédito FGTS (incluída a modalidade Minha casa, minha vida) e Carta de Crédito Caixa, com recursos provenientes da poupança. A expectativa é de que cerca de 60 mil pessoas passem pelo Expominas durante o evento.

Todos os imóveis que serão comercializados durante os três dias da feira da casa própria poderão ser visualizados em breve no site http://www.feirao.caixa.gov.br/

Além de Minas Gerais, outras 11 localidades em todo o país receberão o feirão, totalizando mais de 450 mil imóveis à venda, sendo 200 mil dentro do Minha casa, minha vida para famílias com renda entre três e 10 salários mínimos, e um volume de negócios de R$ 3,5 bilhões. "Desse total, Minas Gerais representa cerca de 10% a 11%", afirma Martins. No ano passado, foram firmados 1.012 contratos em Belo Horizonte com recursos de R$ 70,3 milhões.

ACIMA DA MÉDIA
Até meados deste mês, já haviam sido contratados 41.774 empreendimentos dentro do programa Minha casa, minha vida somente em Minas Gerais. O resultado representa 47,2% da meta estabelecida para o estado, de 88.485 imóveis, o equivalente a 14% do déficit público em Minas. "Estamos acima da média do restante do país, que é de 40,9%", observa Martins. Apesar do bom resultado, a capital mineira ainda está aquém das demais cidades quando o assunto é a faixa de renda entre zero e três salários mínimos, já que hoje o número de terrenos disponíveis é pequeno e as unidades caras. "Para esse público, ainda não temos nenhuma operação em andamento e ainda não entregamos nada", admite Martins.

A dificuldade é alcançar o valor máximo de R$ 46 mil por imóvel estabelecido pelo governo federal para essa faixa de renda. Para cumprir a meta, a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) fará um aporte de R$ 70 milhões ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e dará uma série de benefícios às construtoras que se candidatarem à construção desses empreendimentos. "A prefeitura vai dar recursos de até R$ 5 mil por unidade que exceder os R$ 46 mil fixados. Mas já há um pedido para que os recursos subam para R$ 200 milhões para dar continuidade aos projetos". Para a renda de zero a três salários mínimos, já foram contratados 2.516 empreendimentos.

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