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VITORIA / ES: Minha Casa, Minha Vida, mais chance para o primeiro imóvel

quinta-feira, 4 de março de 2010

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Os consultores imobiliários são enfáticos: agora é a hora dos imóveis econômicos, tendo em vista o programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida". O programa visa facilitar a aquisição de imóveis para a população com renda de zero a dez salários mínimos.

"Hoje estamos no momento dos imóveis econômicos, visando a classe C", disse o presidente da Associação dos Dirigentes do Mercado Imobiliário do Espírito Santo (Ademi-ES), Juarez Gustavo Pascoal Soares.

O programa funciona da seguinte maneira: as pessoas com renda familiar até três salários mínimos devem procurar a prefeitura do município em que residem para preenchimento de cadastro. Nesse caso, o financiamento é total e não é preciso pagar o seguro.

Para os com renda de três a seis salários mínimos o financiamento é parcial e os valores do seguro mais baixos. O valor máximo de cada prestação é de 20% da renda familiar. Já para quem tem renda de seis a dez salários a compra poderá ser feita com valores de seguro menores.

No estado, a maior oferta de imóveis do programa estão na Serra, mas também há boas ofertas em Vitória, Vila Velha, Cariacica, Colatina e Linhares. Em 2009, pelo balanço da Caixa Econômica Federal, foram aprovadas e contratadas três mil unidades, no valor total de R$ 210 milhões para beneficiar famílias com renda de três a dez salários mínimos. Para essa mesma faixa em 2010 estão em estudo 17,2 mil unidades com um gasto total de R$1,2 bilhão.

Programa por município

Serra - O secretário de Habitação do município, José Luis Baroni, explicou que a Câmara Municipal aprovou uma lei que permite a prefeitura adquirir terrenos com área total de 50 mil metros quadrados para atender ao programa "Serra, Casa da Gente", que faz parte do "Minha Casa, Minha Vida". O objetivo, segundo ele, é que sejam construídas de 3.700 a 4 mil unidades na área para atender a população de baixa renda. "Queremos atingir a classe de zero a seis salários mínimos, que é a menos favorecida." Os terrenos são doados ao Fundo de Arrendamento Residencial, da Caixa Econômica, e repassados para as empresas construtoras. Não será realizado cadastro para o preenchimento dos imóveis em construção. Isso porque a prefeitura já possui levantamentos de seus munícipes que residem em área de risco e são carentes. Está em estudo a construção de mil novas unidades que devem ficar prontas até o final desse ano.

Vitória - A Capital segue o mesmo exemplo da Serra. Já tem uma identificação de demanda de pessoas que estão em situação de risco, verificada pelos agentes municipais, e vai usá-la para o preenchimento dos imóveis. Para 2010 a prefeitura já fez a doação de um terreno em Tabuazeiro, com a solicitação de 120 unidades para o local, mas a construtora ainda não apresentou o projeto.

Vila Velha - A prefeitura realizou cadastro no final do ano passado e este será utilizado no decorrer de 2010 para as novas unidades do programa. (GazetaOnLine)

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