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Novembro Azul

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Sindimóveis/MG - “Como vender imóveis em tempos difíceis”

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Sindimoveis/MG promove treinamento sobre “Como vender imóveis em tempos difíceis”

Evento mostrará que é necessário entender o mercado e se qualificar para ter sucesso na profissão.


O aquecimento do mercado imobiliário brasileiro entre 2008 e 2013 trouxe a sensação de que vender imóveis é simples, mesmo sem qualificação muitos profissionais conseguiram alavancar as vendas e receber grandes comissões. Desde o início de 2013 o mercado está passando por ajuste, os preços dos imóveis estão estabilizando, o crédito está mais restrito e o cliente mais seletivo, com mais opções de compra/aluguel e mais informado. É neste contexto que o Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de Minas Gerais trás a Belo Horizonte o palestrante Nailor Marques, para ministrar o treinamento “Como vender imóveis em tempos difíceis”.

Segundo o presidente do Sindimóveis/MG, Pascoal Santiago, o evento da continuidade ao processo de formação, capacitação e integração oferecido pelo Sindicato. “Hoje, para obter sucesso na profissão, é imprescindível que o profissional esteja bem capacitado, assim, oferecemos formas para que isso ocorra. Em julho e agosto realizamos o III EMCIM – Encontro Mineiro de Corretores de Imóveis, foram fornecidas ferramentas para orientação ao cliente e mostrou novas perspectivas de ganho para o melhor proveito de todas as oportunidades do setor imobiliário”.

Santiago coloca que 2014 foi um ano atípico para a economia brasileira, “a quantidade de feriados devido à copa do mundo e as eleições afetaram todos os setores, para o de imóveis não foi diferente, isso trouxe certo desânimo aos profissionais. O treinamento será também uma forma reanimá-los para 2015”.

Nailor Marques possui 28 livros publicados e já ministrou mais de 1900 palestras e cursos no Brasil e no exterior. O treinamento, que acontecerá no dia 02 de dezembro, terça-feira, às 19 horas, no Hotel Ouro Minas, é aberto a corretores de imóveis e alunos do curso Técnico em Transações Imobiliárias do Centro de Formação Paulo César Dias de Souza. É necessário fazer a inscrição antecipada pelo site do Sindimóveis/MG e, no dia do evento, será recolhido 1kg de alimento não perecível.





Fonte: 
Depto Comunicação 
SindimoveisMG
Maira  Mendes

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Mercado Imobiliário - Diferentes estratégias para atrair cliente

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Para acertar o alvo em um mercado concorrido, sai na frente quem encontra um diferencial para fisgar o consumidor e fechar a venda de imóveis


"Quando o apartamento está mobiliado, faço café e pão de queijo de hora em hora para proporcionar uma recepção calorosa, que todo mineiro gosta" - Michele Grugel, corretora

Em um mercado concorrido, sai na frente quem encontra um diferencial para fisgar o cliente. Com o objetivo de aumentar o número de vendas, imobiliárias e construtoras apostam em estratégias inovadoras, que estão sintonizadas com as necessidades dos possíveis compradores. Os resultados, que se mostram surpreendentes, são a prova de que o consumidor é atraído por ideias que facilitam a negociação.


A rede internacional de imobiliárias RE/MAX trouxe para o Brasil uma prática bastante popular nos Estados Unidos, chamada open house, que, em português, significa casa aberta. A proposta é simples: o imóvel à venda recebe a visita dos interessados em um horário marcado com antecedência, semelhante ao que ocorre nos estandes das construtoras. Michele Grugel é uma das corretoras que utilizam a ferramenta. “É uma opção muito boa, mas não posso fazer um open house todo fim de semana para não queimar o imóvel. Isso pode dar a entender que o dono está desesperado para vender ou qualquer quantia que oferecer ele vai aceitar”, pontua.

Geralmente, Michele marca o open house aos sábados e domingos, entre 10h e 13h. A divulgação por meio de panfletos é feita em prédios comerciais e residenciais na região onde est[a o imóvel. Além disso, a corretora envia o convite por e-mail e pelas redes sociais para atingir ainda mais potenciais clientes. “Quando o apartamento está mobiliado, faço café e pão de queijo de hora em hora para proporcionar uma recepção calorosa, que todo mineiro gosta. É uma forma mais agradável de o visitante conhecer o imóvel”, conta. Michele abre as portas, inclusive, para outros corretores que querem apresentar o imóvel ao seu cliente.

Para o comprador, a vantagem de participar de um open house é fazer a visita sem necessidade de agendamento prévio. Já o vendedor ganha ao aumentar a visibilidade do seu imóvel, o que pode levar à venda com mais rapidez. A fim de evitar problemas, Michele se preocupa em garantir a segurança do condomínio. Todos os visitantes se cadastram na portaria do prédio e durante todo o tempo são acompanhados por um integrante da equipe da imobiliária até o fim da visita. “Não é certo abrir a casa e deixar entrar quem quer. Um ponto importante é não deixar a pessoa sozinha no condomínio, então só sobe com acompanhamento.”

NEGOCIAR DESCONTOS

A Direcional Engenharia está satisfeita com o resultado de uma ação inédita no Brasil, a Operação Black Hour. Na última sexta-feira, os internautas tiveram a possibilidade de negociar descontos, muito maiores que os oferecidos pessoalmente, calculados de acordo com o número de compartilhamentos da campanha nas redes sociais. A empresa conseguiu fechar, no dia, 24 negócios envolvendo unidades de empreendimentos em Belo Horizonte e Contagem. O desconto máximo chegou a R$ 67 mil.

O sucesso da ação Black Hour mostra que a Direcional está no caminho certo, considerando que boa parte dos brasileiros passa mais tempo em frente à tela de smartphone e computador que da TV. “O mundo mudou e o mercado precisa mudar. Percebemos que o consumidor de imóvel fica mais à vontade no ambiente virtual e nas redes sociais”, analisa o diretor comercial e de marketing, Guilherme Diamante. “Além disso, o cliente quer ter conforto. Imagina ter que visitar vários imóveis, pensar e voltar para fechar o negócio? Ele faz a negociação primeiro.”(EM)

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Supremo Tribunal Federal barra aumento da alíquota do ITBI de BH

terça-feira, 18 de novembro de 2014


Supremo reafirmou liminar do TJMG que impede o aumento da alíquota do tributo sobre a transferência de imóveis de 2,5% para 3%



Com a decisão, a PBH não pode aplicar o reajuste aprovado no ano passado para os impostos sobre transferência de imóveis

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o pedido de suspensão de liminar proposta pela Prefeitura de Belo Horizonte que majorou de 2,5% para 3% a alíquota do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis - ITBI, que é pago pelo comprador do imóvel. A decisão é do ministro Ricardo Lewandowski tomada no dia 6 de novembro e divulgada no Diário da Justiça Eletrônico no último dia 14.

A prefeitura recorreu ao órgão depois que o Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) derrubou, em abril deste ano, o aumento do tributo sobre a transferência de imóveis, que aconteceria a partir de 1º de maio. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) foi proposta pelo Partido Ecológico Nacional (PEN).

Em sua decisão, o ministro Lewandowski reforça a inconstitucionalidade do aumento. "A referida suspensão paralisa a eficácia da decisão contrária ao Poder Público e que causa lesão à ordem, à saúde, à segurança ou à economia públicas. Diante, portanto, do entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal e do caráter absolutamente estrito e excepcional da competência constitucional da Suprema Corte para exercer juízo de contracautela, especialmente quando se trata de pedido
de suspensão de decisão liminar concedida em sede de controle abstrato de constitucionalidade estadual, não se justifica sua atuação no presente incidente”.
Procurada pelo em.com.br, a Prefeitura de Belo Horizonte ainda não se pronunciou sobre a decisão.

Prefeitura volta à Câmara

Antes mesmo da decisão do STF sair, o prefeito Marcio Lacerda já havia enviado à Câmara Municipal projeto de lei idêntico ao aprovado no ano passado pela Casa que estabelece reajuste das alíquotas do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis por Ato Oneroso Intervivos (ITBI) e do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS-QN), que passaria de 2% para 3% no caso de serviços na área da educação, e de 2% para 5% em setores como o de engenharia. Caso aprovado, a alíquota do ITBI também passaria de 2,5% a 3% do valor venal do imóvel em 2015.

Em audiência pública no último dia 5, o secretário-adjunto de Arrecadação, Omar Domingos, justificou que a alíquota praticada pelo município é menor que a de outras capitais do país. Ele afirmou ainda que aumentar a arrecadação é importante para que serviços possam ser prestados à população.

A proposição segue em tramitação na Casa. O projeto ainda não entrou na pauta da primeira comissão, a de Orçamento e Finanças, mas depois de passar por lá, seguirá por outras duas comissões antes de chegar ao plenário.(EM)

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Altos preços dos alugueis comerciais, engolem os lucros dos empesários em BH

domingo, 16 de novembro de 2014


Micro e pequenas empresas sentem peso do valor mensal, que aumentou 80% em cinco anos na Região Centro-Sul de BH

Em um ano de vendas fracas para o varejo e economia andando como caranguejo, os micro e pequenos negócios estão sentindo o peso do aluguel crescer e engolir fatia cada vez maior do faturamento. O valor médio cobrado pela locação de lojas na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, onde está concentrado um terço da oferta de imóveis comerciais da capital, acelerou 80% nos últimos cinco anos, mais que o dobro do IGP-M (índice utilizado no cálculo do reajuste dos aluguéis), que acumulou alta de 35% no período. Lojistas se queixam que a economia não avançou no mesmo ritmo dos reajustes e agora a participação do aluguel, que antes correspondia a 5% do faturamento, chega a alcançar 20%.


Pesquisa da Fundação Ipead/UFMG em parceria com a Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi) mostra que, entre 2009 e 2014, o valor médio do metro quadrado para uma loja de frente na Região Centro-Sul, avançou de R$ 26,02 para R$ 46,74, alta de 79,6%. No caso das lojas internas, como aquelas em galerias, o reajuste no período é de quase 100%, de R$ 15,78 em 2009, o metro quadrado na região saltou para R$ 31,14. “O aluguel é quase que uma característica do comércio. Mais de 90% dos pontos abertos têm esse custo fixo”, estima Bruno Falci, presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH). Segundo ele, o comércio em geral, seja de rua ou de shopping centers, este ano passou a sentir com maior força o peso da locação. “O impacto do aluguel é forte. Quando a economia está fraca, o risco de desequilíbrio é grande.” Segundo ele, para o comércio de rua, o ideal é que o custo da locação corresponda a 4% do faturamento, podendo alcançar um máximo de 10%.

Em momentos de pressão do custo, especialistas recomendam atenção nas despesas, ações pró-ativas para trazer clientes e até mesmo medidas mais drásticas. “O aluguel é o custo fixo mais importante para os micro e pequenos negócios, e o lojista percebe rápido quando ele passa a pesar demais”, alerta Beatriz de Carvalho, analista de atendimento individual do Sebrae. Segundo ela, quando o aluguel de 5% passa a ocupar mais de 10% do faturamento é hora de pensar em estratégias que envolvem até mesmo a mudança de ponto, como forma de evitar o endividamento. “E deve ser planejado e comunicado aos clientes em ação estratégica e prévia.”

“O preço do aluguel foi reajustado acima do que o comércio consegue suportar”, defende Flávio Assunção, dono de um armarinho na Avenida Paraná e também presidente da Associação dos Lojistas do Hipercentro. Segundo ele, o seu aluguel nos últimos cinco anos dobrou. Se antes atingia 5% do faturamento, hoje chega a oscilar entre 15% e 20%. Flávio diz que a queixa entre os lojistas da região é generalizada. “Percebemos que a oferta de imóveis no Centro de Belo Horizonte está crescendo, justamente porque a economia desacelerou e o fluxo de vendas reduziu.”

Fechar as contas no azul, em tempos que o consumidor reduz as compras e a inadimplência cresce, é um malabarismo. Uma loja pequena, de aproximadamente 40 metros quadrados, no local, pode ser encontrada por valores aproximados que partem de R$ 9 mil. O preço, segundo a presidente da Associação dos Lojistas da Savassi, Maria Auxiliadora Souza, há três anos era a metade. Segundo ela, mais de 60 lojas fecharam as portas nos últimos dois anos. “Como a Savassi é um bom ponto, novos lojistas estão chegando, mas pagando preços altos.” A empresária está há 25 anos no comércio e se considera privilegiada por ser dona do próprio ponto.

SHOPPINGS

A Associação dos Lojistas de Shopping Centers (Allshop) informa que historicamente o valor da taxa de ocupação dos centros é maior que a locação de rua, devido ao fluxo de clientes e serviços oferecidos, oscilando entre 12% e 18% do faturamento. Segundo a reportagem apurou com lojistas, o valor da chamada taxa de ocupação, que inclui o aluguel, condomínio e fundo de publicidade, sem contabilizar investimentos, como luvas ou valor cobrado para abrir as portas, gira em torno de R$ 12 mil a R$ 18 mil para uma loja pequena, de 40 metros quadrados, dependendo da região do shopping. Já a taxa de ocupação para os chamados quiosques na região Sul por exemplo, está próxima a R$ 1 mil por metro quadrado. Os valores, no entanto, podem variar muito, dependendo da localização, tamanho, público e o endereço do centro de compras.

Daniel Mesquita e sua família têm franquias em cinco shoppings de Belo Horizonte. Ele comenta que a taxa de ocupação, há cinco anos, correspondia a 10% do faturamento do seu negócio, percentual que este ano vem oscilando entre 12% e 15%. Ele atribui o aperto ao atual momento da economia. Daniel está com boas expectativas para o Natal e pretende investir na data para recuperar parte das vendas fracas que marcaram o varejo durante o ano.

Paula Machado sempre trabalhou com chocolates. Sua família é dona de uma tradicional fábrica em Barbacena, que produz toda espécie de delícias finas feitas a partir do cacau. Até janeiro, ela manteve um quiosque em dois shoppings da região Centro-Sul de BH. Segundo Paula, a rede preferiu redirecionar os seus investimentos, focando na cidade de origem, o que levou ao fim do ponto de venda na capital. De acordo com ela, na economia desacelerada, o valor do aluguel passou a ter um peso maior e atingir diretamente o custo. “É visível em todo o mercado a dificuldade em se manter um negócio rentável diante desta economia desacelerada. Os preços sobem, as pessoas compram menos e o comércio é o primeiro a sentir essa mudança. O preço dos aluguéis precisa ser ajustado”, avalia.

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Fipe Zap - Preço dos imóveis continua desacelerando no país

quinta-feira, 13 de novembro de 2014



Zona Sul do Rio de Janeiro: Alta nos preços dos imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro foi a menor desde 2008

São Paulo - Pela décima primeira vez consecutiva, o preço médio dos imóveis apresentou desaceleração no acumulado de 12 meses, segundo o mais recente Índice FipeZap, que acompanha o comportamento do mercado imobiliário de 20 cidades brasileiras.

O valor médio do metro quadrado dos imóveis no país registrou alta de 8,23% nos últimos 12 meses encerrados em outubro. Desde novembro de 2013, quando os preços subiram 13,8% em 12 meses, o dado acumulado não apresenta aceleração.

Já nos primeiros dez meses de 2014, os preços subiram 5,88%, segundo o índice. A alta é 0,75 ponto percentual superior à inflação do período, se considerada também a expectativa do Banco Central para o IPCA do mês de outubro, de 0,50%.

Apenas considerando a variação mensal, o índice apresentou alta de 0,45% nos preços em outubro de 2014, ante mesmo período de 2013.

Como a valorização mensal é superior à variação da inflação esperada para o mês, pode-se dizer que há uma queda real nos preços em outubro.

São Paulo e Rio de Janeiro registraram a menor variação mensal desde o início da série histórica do índice, em 2008, com altas de 0,30% e 0,35%, respectivamente.

Além das duas capitais, em outras cinco cidades a variação do preço médio foi menor do que a inflação esperada para o mês.

Veja na tabela a seguir a variação dos preços dos imóveis à venda nas 20 cidades acompanhadas pelo índice em outubro. A lista foi ordenada segundo a variação mensal.



RegiãoVariação mensal outubro/14Variação mensal setembro/14Variação nos últimos 12 meses
Niteroi1,13%0,79%10,91%
Vila Velha1,05%0,64%8,67%
Goiânia0,99%0,98%ND
Foiânia0,98%0,98%10,16%
Belo Horizonte0,94%1,11%9,70%
Santo André0,86%1,49%8,42%
Campinas0,81%1,45%12,88%
Curitiba0,81%0,96%4,91%
Porto Alegre0,77%1,17%5,81%
Santos0,75%0,95%5,40%
Contagem0,71%0,36%ND
São Bernardo do Campo0,61%1,49%8,27%
Vitória0,61%0,81%13,93%
Recife0,60%-0,57%6,58%
Salvador0,48%0,88%7,30%
Índice FipeZap Ampliado (20 cidades)0,45%0,55%8,23%
Índice FipeZap Composto (7 cidades)0,36%0,41%8,24%
Rio de Janeiro0,35%0,40%9,54%
São Paulo0,30%0,40%9,26%
São Caetano do Sul0,17%0,17%7,07%
Fortaleza0,03%0,09%9,75%
Brasília-0,02%0,08%-0,15%
Florianópolis-0,55%0,72%9,02%
(*) Dados realizados e projeções dos Indicadores Econômicos do Banco Central
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central

Veja na tabela abaixo o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade em  outubro de 2014:
RegiãoPreço médio do metro quadrado (R$)
Rio de Janeiro10.830
São Paulo8.301
Brasília8.089
Niterói7.653
Média Nacional7.482
Recife5.821
Belo Horizonte5.706
São Caetano do Sul5.514
Fortaleza5.461
Florianópolis5.329
Curitiba5.157
Campinas5.104
Porto Alegre5.033
Vitória4.939
Santo André4.856
Santos4.831
São Bernardo do Campo4.606
Salvador4.511
Vila Velha4.065
Goiânia4.003
Contagem3.340



O Índice FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010.

Já entre as cidades incluídas mais recentemente, que compõem o Índice FipeZap Ampliado, os municípios do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm as menores séries históricas, iniciadas em julho de 2012. O FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro de 2013.

O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290 mil unidades todos os meses.

Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja a seguir o Índice FipeZap na íntegra:

Índice FipeZap de outubro de 2014

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Comercialização de imóveis sobe 55% em setembro, diz Secovi-SP

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

O mercado imobiliário na capital paulista deu sinais de recuperação em setembro, com elevação dos lançamentos e das vendas na comparação com agosto. No entanto, o volume de negócios em 2014 segue muito abaixo do verificado em 2013, de acordo com pesquisa divulgada há pouco pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).


Em setembro, foram vendidos 2.787 imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo, crescimento de 55,1% em relação a agosto e queda de 5,6% comparado a setembro do ano passado. No acumulado de janeiro a setembro de 2014, foram vendidas 14.374 unidades, queda de 43,8% em relação aos mesmos meses de 2013.

Os lançamentos de novos projetos residenciais em setembro somaram 4.018 unidades, alta de 90% em relação a agosto e alta de 35,6% ante setembro de 2013. Já no acumulado do ano, foram lançadas 18.367 unidades, queda de 15,4% em relação aos mesmos meses de 2013.

O terceiro trimestre representou 37% do total das unidades vendidas e 39% dos lançamentos no ano, sinalizando recuperação frente aos meses anteriores.

O setor tem sido afetado pelo baixo crescimento da economia brasileira, um quadro que foi agravado pelos feriados com Copa do Mundo e pelas incertezas causadas com período eleitoral, provocando adiamento dos negócios. No entanto, o Secovi-SP acredita que a pior fase do mercado imobiliário foi superada.

A velocidade de vendas - medida pela relação entre o total de unidades vendidas e o total lançado no período mais o estoque de períodos anteriores - foi de 11,1% em setembro. O patamar é o maior em todo o ano de 2014. O período de Copa do Mundo esvaziou os estandes das incorporadoras em junho e julho, quando a velocidade de vendas ficou em 4,8% e 3,4%, respectivamente. Em agosto, houve uma pequena alta, chegando a 7,7%. No ano passado, os números foram bem maiores. Em 2013, a velocidade de vendas foi de 15,6% em setembro e 17,7% em agosto.

Apesar dos sinais de recuperação, o Secovi-SP mostra cautela em relação ao desempenho do setor daqui em diante, tendo em vista a necessidade de ajustes na economia brasileira e no próprio setor. "Ainda é cedo para se analisar os efeitos da eleição presidencial no mercado imobiliário futuro. A presidente reeleita tem pela frente vários desafios", afirmou em nota o presidente do sindicato, Cláudio Bernardes. Dentre os desafios, Bernardes citou adequação dos parâmetros do programa Minha Casa, Minha Vida, novos recursos para o financiamento imobiliário e segurança jurídica para os empresários da construção.

A previsão do sindicato é de que o mercado imobiliário na cidade de São Paulo chegará ao fim de 2014 com um total de 24 mil unidades comercializadas e 26 mil unidades lançadas, evidenciando elevação dos estoques. (Circe Bonatelli - circe.bonatelli@estadao.com)

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