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Preços dos aluguéis em BH têm se mantido estáveis

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Aumento no número de unidades para locação está segurando reajustes




Em 12 meses, oferta no segmento comercial subiu 59,57%/Divulgação
O mercado de aluguéis tende à estabilidade em Belo Horizonte. Segundo a vice-presidente da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), Cássia Ximenes, embora a oferta de unidades residenciais e comerciais esteja em alta, os preços têm se mantido relativamente estáveis, acompanhado ou ficando um pouco abaixo da inflação. Nos últimos 12 meses, a oferta subiu 59,57% no segmento comercial e 66,52% no residencial. " um aumento momentâneo", ponderou.

No acumulado dos 12 meses encerrados em março, o valor do aluguel de imóveis residenciais aumentou 5,5% e o dos comerciais subiu 7,37%. As variações ficaram, respectivamente, abaixo e no mesmo patamar do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), de 7,3%, e mais próximas do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-Ipead), que ficou em 6%. Em relação a fevereiro, a variação de preços foi de 0,58% para residências e de 0,66% para os comerciais, abaixo do apurado pelo IGP-M (1,65%) e alinhado com o IPCA-Ipead (0,65%).

Ainda segundo a pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), em parceria com a CMI/Secovi-MG, no primeiro trimestre deste ano, a variação de preço dos imóveis residenciais (1,4%) e de comerciais (2%) também ficou abaixo da inflação medida pelo IPCA-Ipead, de 2,56%, e do IGP-M, de 2,55%.

Oferta - A variação de preços alinhada ou pouco abaixo da inflação pode ser explicada pelo aumento da oferta de unidades para locação. Segundo a pesquisa, no mês, o segmento residencial apresentou incremento de 10,24%. No trimestre ficou em 0,59% e no acumulado dos últimos 12 meses cresceu 66,52%. "Este mercado é muito dinâmico. Esse aumento na oferta é momentâneo e o mercado se ajustará naturalmente", observa Cássia.

Segundo ela, esse aumento da oferta de imóveis para locação no segmento residencial é um resultado "natural" do boom verificado na construção civil nos últimos dois anos e também das facilidades de acesso ao crédito. "Muita gente conseguiu comprar um imóvel novo ou melhor, abrindo espaço para novas locações", justifica. No entanto, ela argumenta que esse incremento na oferta não significa, necessariamente, tendência de queda nos preços dos imóveis. "No segmento residencial está havendo um ajuste, reduzindo a defasagem em relação ao valor venal do imóvel, que teve incremento mais significativo nos últimos anos".

No segmento comercial, a oferta aumentou 6,57% em março, na comparação com fevereiro; subiu 5,24% no trimestre e 59,57% no acumulado do ano. Segundo Cássia, essa disponibilidade de imóveis também é reflexo do bom momento da construção civil dos últimos anos. No entanto, diferentemente do segmento residencial, o ramo de imóveis comerciais para locação acompanhou ou variou pouco acima da inflação. "Isso acontece porque os lançamentos trazem inovações tecnológicas que valorizam e encarecem o imóvel", justifica. Em sua avaliação, este é um bom momento para o inquilino, que tem mais opções de escolha, e também para os locatários, que "conseguem ajustar os preços".(DiarioDoComercio)

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Preços dos imóveis desaceleram pelo quarto mês seguido

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Preços dos metros quadrados de imóveis à venda sobem menos que a inflação esperada em doze das 16 cidades monitoradas no mês de março


Pontes: vista aérea de Porto Alegre

Porto Alegre: preços dos imóveis à venda na capital gaúcha caíram mais de 1% em março

São Paulo – Os preços dos imóveis brasileiros à venda continuam a desacelerar. Pelo quarto mês seguido, os valores dos imóveis anunciados subiram, em março, menos que a inflação esperada para o período.
Em doze das 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap – que acompanha os preços dos imóveis à venda pelo Brasil – os preços dos metros quadrados dos imóveis anunciados subiu menos que a inflação esperada de 0,84% para março.
Como resultado, a média nacional foi uma elevação de apenas 0,64% nos preços dos imóveis anunciados no mês passado. Em 12 meses, a alta foi de 12,9%.
Em duas capitais – Porto Alegre e Brasília – houve queda nos preços pedidos pelos vendedores de imóveis. Na capital gaúcha, a retração foi de 1,07%, enquanto que em Brasília, a redução foi de 0,07%.
No primeiro trimestre do ano, o Rio de Janeiro liderou as altas, como elevação de 3,35% nos preços exigidos pelos vendedores. Já São Paulo viu alta de 2,08% no período, em linha com a média das 16 cidades: 1,99%.
Veja na tabela a seguir o desempenho dos preços do metro quadrado anunciado para venda nas 16 cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap em março:
RegiãoVariação mensal março/14Variação mensal fevereiro/14Variação nos últimos 12 meses
Vila Velha1,75%0,56%12,90%
IGP-M1,67%0,38%7,53%
Fortaleza1,41%0,81%11,00%
Rio de Janeiro1,03%1,08%14,90%
Niterói0,90%0,82%11,40%
IPCA0,84%*0,69%-
Salvador0,81%0,60%9,90%
São Bernardo do Campo0,80%0,67%10,90%
Índice FipeZap Composto (7 cidades)0,74%0,66%12,10%
Recife0,71%0,89%17,00%
São Paulo0,71%0,62%13,30%
Santo André0,70%0,76%12,40%
Curitiba0,67%-0,07%34,20%
Índice FipeZap Ampliado (16 cidades)0,64%0,57%12,90%
São Caetano do Sul0,64%0,79%12,10%
Belo Horizonte0,54%0,42%7,10%
Vitória0,51%0,36%16,50%
Florianópolis0,43%0,45%14,80%
Brasília-0,07%-0,33%3,50%
Porto Alegre-1,07%-0,37%9,70%
(*) Projeção do Boletim Focus do Banco Central
Fontes: Índice FipeZap e Banco Central

Veja na tabela o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade em março de 2014:
RegiãoPreço médio do metro quadrado (R$)
Rio de Janeiro10.468
Brasília8.112
São Paulo7.943
Média Nacional7.414
Niterói7.295
Recife5.713
Belo Horizonte5.410
São Caetano do Sul5.369
Fortaleza5.250
Florianópolis5.224
Curitiba5.113
Porto Alegre4.816
Santo André4.653
Vitória4.598
São Bernardo do Campo4.405
Salvador4.322
Vila Velha3.919
Fonte: Índice FipeZap
O Índice FipeZap tem dados disponíveis sobre São Paulo e Rio de Janeiro desde janeiro de 2008. Para Belo Horizonte, a série histórica começa em maio de 2009. Para Fortaleza, em abril de 2010; para Recife em julho de 2010; e para Distrito Federal e Salvador, em setembro de 2010.
Já entre as novas cidades, incluídas no Índice FipeZap Ampliado, as cidades do ABC Paulista e Niterói têm dados disponíveis desde janeiro de 2012. Vitória, Vila Velha, Florianópolis, Porto Alegre e Curitiba têm as séries históricas mais recentes, iniciadas em julho de 2012. O FipeZap Ampliado foi lançado em janeiro de 2013.
O indicador elaborado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o site Zap Imóveis, acompanha os preços do metro quadrado dos imóveis usados anunciados na internet, que totalizam mais de 290 mil unidades todos os meses.
Além disso, são buscados também dados em outras fontes de anúncios online. A Fipe faz a ponderação dos dados utilizando a renda dos domicílios, de acordo com levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).(Exame)

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Mercado Imobiliario comemora manutenção do ITBI de Belo Horizonte

Mercado e consumidores receberam com alívio a publicação pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), nessa terça-feira (15), do acórdão, em caráter liminar, que mantém a alíquota do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) de Belo Horizonte em 2,5%. O valor seria aumentado para 3% já a partir de maio, o que representaria uma alta de 20% no tributo. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) foi ingressada em nome do Partido Ecológico Nacional (PEN).

Para o presidente da Câmara do Mercado Imobiliário (CMI/Secovi-MG), Otimar Bicalho, o aumento é nocivo tanto para o consumidor quanto para o mercado. “Foi um passo importante. Contamos com a sensibilidade e reflexão do prefeito”, disse.

O presidente da Associação dos Mutuários de Minas Gerais (AMMG), Sílvio Saldanha, fez as contas. Considerando-se um apartamento no valor de R$ 400 mil, o ITBI que era de R$ 10 mil salta para R$ 12 mil. “Esses R$ 2 mil pagam até mais de uma prestação de financiamento”, afirma. A PBH informou que vai interpor um recurso na próxima semana.

ISS

O deputado estadual Fred Costa (PEN) entrou nessa terça-feira (15) com nova Adin, desta vez contra lei que aumenta em até 200% o Imposto Sobre Serviços (ISS) de vários setores. A PBH disse que só comentará o assunto quando notificada.(HojeEmDia-BH)

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Pesquisa aponta crescimento no crédito imobiliário pelo segundo mês

terça-feira, 15 de abril de 2014


Pesquisa da Abecip revela, o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis registrado em fevereiro tem o melhor resultado em 20 anos

O volume de empréstimos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo alcançou R$ 113,7 bilhões, superando em 35% nos 12 meses

Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), coletados por meio de levantamento, revelam que o crédito imobiliário bateu novo recorde e alcançou 52% a mais em empréstimos que o mês anterior. Este é o segundo período consecutivo de crescimento, alcançando o melhor resultado em 20 anos.

Somente com os recursos da poupança, os empréstimos com somaram R$ 8,8 bilhões em fevereiro, segundo divulgou a Abecip. O recorde foi estabelecido em janeiro deste ano, mas o mês subsequente superou o volume registrado. No acumulado de 2014, os financiamentos atingiram R$ 17 bilhões em compra e construção de imóveis, um montante 36% maior do que no mesmo período do ano passado.

Outro índice que cresceu muito, de acordo com o levantamento, foi o volume de empréstimos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que alcançou R$ 113,7 bilhões, superando em 35% o apurado nos 12 meses anteriores e estabelecendo também um novo recorde. Segundo o balanço, com relação aos financiamentos, em fevereiro, foram emprestados recursos para aquisições e construções de 46,4 mil imóveis, número 58% maior em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado.

“Em 2014, já foram financiadas 86 mil unidades, volume 33% maior que em igual período do ano passado. Já nos últimos 12 meses, foram financiados 551,1 mil imóveis”, destaca o relatório da pesquisa. Resultando em uma captação líquida pelo 24º mês consecutivo, os depósitos em cadernetas de poupança do SBPE, segundo o levantamento, superaram os saques em fevereiro em R$ 1,9 bilhão. (CorreioWeb)

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Receita foca em imóveis de luxo em Minas Gerais

quarta-feira, 9 de abril de 2014


Contribuição previdenciária é alvo

Hermano Lemos de Avellar Machado espera reduzir a evasão fiscal em Minas/Marcelo Metzker / ALMGA Superintendência da Receita Federal do Brasil (RFB) em Minas Gerais iniciou ontem a Operação Grifo 2. O objetivo é verificar se o pagamento da contribuição previdenciária de pessoas físicas sobre construções, especialmente de imóveis de luxo, foi feito corretamente. Paralelamente, o programa também vai conferir se o rendimento para executar a obra foi corretamente declarado.

"A operação visa incrementar a arrecadação da contribuição previdenciária sobre obras das pessoas físicas, especialmente de imóveis de luxo, porque são de maior valor e a evasão fiscal pode ser maior. Diante do sucesso da operação em 2013, resolvemos repetir e fazer ainda maior este ano", afirmou o superintendente da Receita Federal em Minas, Hermano Lemos de Avellar Machado.

Ele explicou que, até abril do ano passado, antes da operação ser deflagrada, a arrecadação da contribuição vinha crescendo cerca de 4% em relação à de 2012. Após a operação, o ritmo de alta saltou para 18% e fechou o exercício com 15% de aumento frente ao recolhimento do ano anterior. No total, o recolhimento da contribuição no Estado somou R$ 200 milhões em 2013 contra R$ 173 milhões em 2012.

Machado explicou ainda que, como a Receita é o órgão que tem praticamente todos os tributos federais sob sua órbita, também será possível identificar se houve omissão de rendimentos ou aumento do patrimônio de forma irregular, de acordo com as declarações anteriores do contribuinte e a situação das construções e imóveis.

Assim como em 2013, basicamente, a operação será feita através de voos de um helicóptero, modelo EC-135, equipado com câmeras para coletar imagens de construções suspeitas ou irregulares. A aeronave irá sobrevoar municípios das regiões Central, Triângulo Mineiro, Sul de Minas e Centro-Oeste. "Podem haver sobrevoos em outros alvos", acrescentou o superintendente da RFB no Estado.

Os dados coletados pela aeronave serão cruzados com informações constantes em declarações prestadas à Receita e perante as prefeituras municipais e cartórios de registro imobiliário do Estado, além de fotos de satélite previamente analisadas pelo Fisco.

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Liminar do TJMG suspende aumento do ITBI em BH

De acordo com o advogado que ingressou com a ação em nome do Partido Ecológico Nacional, projeto de lei que trata do assunto feriu requisitos formais da Constituição de Minas Gerais

O aumento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis por Ato Oneroso Intervivos (ITBI), que passaria de 2,5% para 3%, no dia 1º de maio, em Belo Horizonte foi derrubado por decisão desta quarta-feira (9) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG). “Foi concedida uma liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI)”, diz o advogado Tiago Gomes de Carvalho Pinto, que ingressou com a ação em nome do Partido Ecológico Nacional (PEN).

De acordo com ele, o projeto de lei municipal nº 10.692, que trata do assunto, feriu requisitos formais da Constituição de Minas Gerais. “O projeto foi votado no fim de 2013. Não foi dada a possibilidade de se discutir o assunto com a sociedade. Ele deveria ter sido apreciado antes de 90 dias do término da sessão legislativa, ou seja, do ano”, diz.

Representantes de entidades que se encontrariam com o prefeito Marcio Lacerda nesta quinta-feira (10), por volta das 18h, aprovaram a decisão, que só pode ser questionada, conforme Carvalho Pinto, no Supremo Tribunal Federal (STF).

O deputado estadual Fred Costa contou que a reunião com o chefe do executivo de Belo Horizonte foi desmarcada. Procurada pela reportagem, a assessoria da Prefeitura não se manifestou sobre o assunto até o momento.

Entretanto, enviou nota que trata da alta do imposto. “Com relação ao ITBI, a opção pela adoção de alíquota de 3,0% decorreu da necessidade de recuperação de valores decorrentes da valorização imobiliária que, em regra, decorre de dois aspectos básicos: a boa e crescente infraestrutura urbana e a escassez de terrenos. No primeiro quesito, Belo Horizonte vem investindo maciçamente, o que faz com que a porção territorial de municípios limítrofes acabe se beneficiando dessa qualidade urbana e sejam valorizados tal e qual o mercado de Belo Horizonte. Já a escassez de terrenos é fato notório e comprovado. A soma desses dois aspectos define a valorização e justifica o retorno de parte desse capital que não foi gerado pelo empreendedor aos cofres públicos”, diz um trecho do comunicado.

Para o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), Roberto Fagundes, a suspensão do aumento do ITBI é bem-vinda. “Aumento de imposto é sempre negativo ainda mais no momento econômico em que vivemos”, diz. Ele conta espera que a reunião com as entidade seja remarcada. “Gostaria de saber os motivos da alta dos tributos”, ressalta.

Prefeitura diz que carga tributária na capital está entre as mais baixas
A Prefeitura de Belo Horizonte, em nota, ressaltou que possui a menor carga tributária de ISSQN entre as 13 capitais brasileiras, ocupando o 1º lugar do ranking correspondente às alíquotas mais baixas. E que com o reajuste das alíquotas, passará a ocupar a segunda posição, atrás somente de Brasília, e a praticar a 11ª menor alíquota entre os 20 municípios mais importantes de Minas Gerais, à frente de cidades como Juiz de Fora, Poços de Caldas, Sete Lagoas, Governador Valadares, Coronel Fabriciano e João Monlevade.

E ainda ressalta que a majoração das alíquotas do ISSQN não ocasionará a migração de empresas prestadoras de serviços para outros municípios, tampouco exercerá pressão significativa para que isso venha a ocorrer já que Belo Horizonte, com o Decreto n° 14.590, de 27 de setembro de 2011, passou a ter um consistente aparato de importantes e eficientes benefícios fiscais.(OTempo-BH)

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