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Após Copa, procura por imóveis começa a subir

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Já Aurélio Rezende, gerente comercial da Somattos Engenharia, afirma que pelo menos a sua construtora não está tendo um ano ruim

A venda dos imóveis em Belo Horizonte no primeiro semestre teve uma redução de 20% a 30% em relação ao ano passado, segundo informa Otimar Bicalho, presidente da CMI/Secovi-MG. “O ano de 2014 começou ruim. No período da Copa, parou tudo”, diz.

Após o Mundial, no entanto, o sentimento é de que o mercado voltará a ficar aquecido. “Os clientes voltaram a pesquisar, o que é um bom sinal, mas ainda falta fechar mais negócios”, opina Bicalho.

Já Aurélio Rezende, gerente comercial da Somattos Engenharia, afirma que pelo menos a sua construtora não está tendo um ano ruim e observou um aumento de, pelo menos, 10% nas vendas no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2013. “O mês de julho foi ótimo, isso me surpreendeu positivamente”. Ele destacou que a busca é principalmente de apartamentos prontos, de três ou quatro quartos em bairros como Serra, Buritis e Jaraguá. “Na planta, já não teve a mesma saída”, diz.


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Imóvel na área central de BH pode ficar até 50% mais caro



Caso as propostas sejam aprovadas, metro quadrado construído poderá saltar para R$ 15 mil


A mudança no Plano Diretor de Belo Horizonte, que será proposta pelo Executivo municipal em projeto de lei, poderá encarecer os imóveis no perímetro da avenida do Contorno em até 50%, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon). Com isso, o preço do metro quadrado na região, hoje entre R$ 7 mil e R$ 10 mil, saltaria para R$ 15 mil, de acordo com avaliação da Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais.

Ainda na concepção, o projeto de lei, que irá reunir propostas da 4ª Conferência Municipal de Política Urbana, deve gerar uma queda de braço entre construtoras e o poder público.

Entre as propostas está a diminuição do índice de quanto poderá ser construído em cada terreno, que passaria de 2,7 vezes a área para 1. Na prática, significa dizer que em um lote de mil metros quadrados, onde poderiam ser construídos 27 apartamentos de 100 metros cada, seriam erguidos apenas dez.

Além disso, as vagas de garagem, que hoje podem ocupar todo o espaço do terreno, passam a ter, conforme a proposta, limite de 25 metros quadrados por apartamento, ou seja, uma vaga livre ou duas presas.

Essa restrição, explica o Sinduscon, inviabilizaria novos empreendimentos na capital. Para o diretor da área imobiliária do sindicato, Bráulio Franco Garcia, as regras vigentes já são restritivas e, caso as novas propostas entrem em vigor, os terrenos ficarão mais caros e os imóveis, principalmente apartamentos, inviáveis para o consumidor. “O empresário não vai conseguir construir com um preço acessível porque o valor do terreno vai subir no mercado”.


Com a diminuição do número de imóveis disponíveis no mercado, a previsão é a de que os preços disparem. “Os construtores vão parar de lançar empreendimentos, e as pessoas não encontrarão os imóveis que procuram. Assim, ficarão mais caros. Vai virar um leilão”.

TEMOR

O presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais, Otimar Bicalho, avalia que as novas regras não serão seguidas na íntegra na elaboração do projeto de lei, já que, caso sejam aprovadas, poderão inviabilizar os negócios imobiliários na capital. “Acredito que esses aspectos não estarão no projeto a ser apresentado. A Câmara deve encaminhar algo mais intermediário, que não prejudique tanto o mercado. No entanto, se vir a acontecer, teremos um imbróglio na economia de BH”.

Caso as novas regras sejam aprovadas, construtoras com atuação em Belo Horizonte podem parar de investir na cidade, acredita Bicalho. Com o desaquecimento do mercado, diz ele, além do aumento dos preços, o panorama é de aumento do desemprego no setor. “Os preços ficarão tão altos que não haverá mercado. Com isso, terá um queda significativa nos postos de trabalho na construção civil”.

Votações terminam no próximo sábado

A votação das 647 propostas de construção e adensamento terminam nesse sábado, na 4ª Conferência Municipal de Política Urbana.

A previsão é de que, na semana que vem, os textos sejam utilizados na elaboração do projeto de lei, que seguirá para discussão na Câmara Municipal.

Caso as propostas sejam aprovadas, devem entrar em vigor no segundo semestre de 2015, oficializando o novo Plano Diretor e a nova Lei de Parcelamento, Ocupação e Uso do Solo de Belo Horizonte.

Secretário descarta alta excessiva nos preços

Para o secretário-adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro, não haverá um aumento significativo no preços dos terrenos e imóveis, já que o coeficiente utilizado hoje (2,7) apenas é praticado em áreas da Avenida do Contorno, representando menos de 3% da cidade. Ele destaca que as novas regras pretendem alterar os padrões de ocupação da cidade, ordenando o seu crescimento.

O secretário explica que o coeficiente básico de construção (1) poderá ser ultrapassado por meio do direito de outorga onerosa ou gratuita, podendo chegar a 4. No caso da gratuita, o empreendedor deverá destinar parte do terreno para áreas verdes públicas.

Os valores pagos para ampliação da área construída serão utilizados para construção de áreas de lazer e equipamentos urbanos comunitários, como escolas.(PoretalHojeemDia)

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IGP-M fica em -0,61% em Julho 2014 - Reajustes de aluguéis pelo índice fica em 5,32% nos últimos 12 meses.

quarta-feira, 30 de julho de 2014



O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou -0,61%, em julho. Em junho, o índice variou -0,74%. Em julho de 2013, a variação foi de 0,26%. A variação acumulada em 2014, até julho, é de 1,83%. Em 12 meses, o IGP-M variou 5,32%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de -1,11%. No mês anterior, a taxa foi de -1,44%. O índice relativo aos Bens Finaisvariou -0,71%, em julho. Em junho, este grupo de produtos mostrou variação de -1,53%. Contribuiu para a queda menor o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de -12,73% para -7,71%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis, o índice de Bens Finais (ex)registrou variação de 0,06%. Em junho, a taxa foi de -0,02%.
O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou -0,26%. Em junho, a taxa foi de -0,34%. O principal responsável por esta evolução foi o subgrupo suprimentos,cuja taxa de variação passou de -0,47% para 0,55%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupocombustíveis e lubrificantes para a produção, variou -0,26%, ante -0,35%, em junho.
No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou -2,60%, em julho. Em junho, o índice registrou variação de -2,63%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: café (em grão) (-10,70% para -3,22%), laranja (-15,18% para -0,95%) e mandioca (aipim)(-9,41% para 0,19%). Em sentido oposto, destacam-se: soja (em grão) (1,55% para -5,00%), minério de ferro (-4,64% para  -6,37%) e arroz (em casca) (1,90% para -0,69%).
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,15%, em julho, ante 0,34%, em junho. A principal contribuição para este decréscimo partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação(0,62% para -0,04%). Nesta classe de despesa, vale destacar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 2,98% para -13,11%.
Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos:

Vestuário 
(0,57% para 0,03%);
Transportes (0,20% para -0,01%);
Saúde e Cuidados Pessoais (0,57% para 0,38%);
Alimentação
 (0,03% para -0,07%);
Despesas Diversas
 (0,89% para 0,23%); e
Comunicação (0,15% para 0,06%).

Nestas classes de despesa, destacam-se os itens: roupas (0,61% para -0,34%), tarifa de ônibus urbano (0,37% para -0,36%), medicamentos em geral (0,19% para -0,03%), carnes bovinas (1,13% para 0,04%), jogo lotérico (6,44% para 0,00%) e tarifa de telefone móvel (0,32% para 0,01%), respectivamente.
Em contrapartida, o grupo Habitação (0,45% para 0,48%) apresentou acréscimo em suas taxas de variação. Contribuiu para este movimento o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,26%, em junho, para 1,13%, em julho.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em julho, variação de 0,80%, abaixo do resultado de junho, de 1,25%. O índice relativo a MateriaisEquipamentos e Serviços registrou variação de 0,45%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,37%. O índice que representa o custo daMão de Obra registrou variação de 1,11%, em julho. No mês anterior, este índice registrou taxa de 2,05%.

  Baixe o release completo com tabelas aqui.

  IGP-M mês e 12 meses 



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Crédito imobiliário cai 19% em junho mas setor mantém previsão

terça-feira, 29 de julho de 2014

Combinação de economia em desaceleração, menos vendas de construtoras e menos dias úteis devido derrubou os financiamentos imobiliários em junho



São Paulo: volume de empréstimos para compra de imóveis no país somou 9 bilhões de reais no mês passado

São Paulo - A combinação de economia em desaceleração, menos vendas de construtoras e menos dias úteis devido à Copa do Mundo derrubou os financiamentos imobiliários no Brasil em junho, mas o setor manteve a previsão de alta de 15 por cento para 2014.

O volume de empréstimos para compra de imóveis no país somou 9 bilhões de reais no mês passado, queda de 19 por cento ante igual etapa de 2013, informou nesta quinta-feira a entidade que representa as financiadoras do setor, Abecip. Na comparação com maio, a queda foi de 7%.

No acumulado do semestre, os financiamentos para compra de moradia, que consideram os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceram 7 por cento na comparação anual, para 53,1 bilhões de reais.

O fraco desempenho do mês passado contraria a tendência de um setor que nos últimos anos se acostumou a recordes de alta, em meio ao aumento da renda real das famílias e ao crescente interesse dos bancos por financiamentos de longo prazo e maiores garantias de retomada do bem em caso de inadimplência.

"Há condições para um crescimento de 15 a 20 por cento por algum tempo, o que é saudável e factível", disse a jornalistas o presidente da Abecip, Octavio de Lazari Junior.

Em 2013, o volume de empréstimos para compra da casa própria pelo SBPE cresceu 32 por cento. Para este ano, a previsão de alta de 15 por cento foi mantida, o que implica que o setor terá que avançar quase seis vezes mais rápido na segunda metade do ano em relação à primeira para atingir o alvo de 125,6 bilhões de reais.

Para Lazari Junior, o segundo semestre historicamente mais ativo, a continuidade do crescimento da renda das famílias, a baixa inadimplência do setor --mantida ao redor de 1,8 por cento neste ano-- concorrem para aceleração dos financiamentos até dezembro, mesmo com a economia fraca.

Em junho, foram financiadas 42,4 mil moradias, queda de 20 por cento na comparação anual e de 8 por cento sobre maio. No semestre, o crédito do sistema financeiro participou na aquisição e construção de 256,1 mil imóveis, 5 por cento maior ante igual etapa de 2013.(Exame/Reuters)

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Sinduscon-MG promove palestra que aborda a afetação patrimonial

terça-feira, 22 de julho de 2014


O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG) promove em 13 de agosto palestra sobre afetação patrimonial na incorporação imobiliária, ministrada pelo advogado e especialista em direito imobiliário Fernando Magalhães. Segundo o palestrante, a lei de afetação criou um importante mecanismo de proteção aos adquirentes de unidades imobiliárias. “O principal objetivo do instituto do patrimônio de afetação é o de minimizar os efeitos desastrosos à estabilidade do mercado imobiliário, como as falências de grandes incorporadoras ocorridas na década de 90 que causaram enormes prejuízos a milhares de consumidores”, destaca. Podem se inscrever construtores, contadores, advogados, corretores de imóveis e demais profissionais do setor da construção civil e do mercado imobiliário. Informações: (31) 3889-1351 ou ibei@ibei.org.br.(EM/LugarCerto)

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Politicas Urbanas: Cada unidade habitacional terá apenas uma vaga de garagem em BH

domingo, 20 de julho de 2014

Vaga de garagem fica restrita
Conferência é retomada, e delegados aprovam uma área para carro por unidade habitacional



Propostas discutidas podem alterar o cenário urbano da capital

A Conferência Municipal de Políticas Urbanas foi retomada nesse sábado com a primeira rodada da votação final. Só com as mudanças aprovadas nesse primeiro dia já é possível dizer que Belo Horizonte se prepara para receber a maior transformação nas regras de ocupação da cidade desde 1996, quando foi aprovado o Plano Diretor da cidade.

Os delegados aprovaram a proposta da prefeitura de unificar o Coeficiente de Aproveitamento (CA) em 1 para toda a cidade, o que significa que a área construída não poderá exceder o tamanho do próprio terreno. Também foram aceitas a criação da outorga onerosa do direito de construir e a limitação de uma vaga de garagem por unidade habitacional.

Alvo de polêmica e insatisfação por parte do setor da construção civil, que abandonou a conferência, a outorga onerosa foi aprovada sem muitas discussões. O instrumento permite que o Executivo cobre para autorizar que a área construída ultrapasse os limites previstos. Atualmente, o CA máximo de Belo Horizonte é 2,7. Isso significa que em um terreno de 1.000 m² é possível construir até 2.700 m² sem pagar nada por isso. Com o CA sendo rebaixado para 1 em toda a capital, os proprietários de um lote de 1.000 m² só poderão construir os mesmos 1.000 m². Quem quiser construir mais do que isso terá que pagar uma contrapartida à prefeitura.

O secretário municipal adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro, disse que o abandono dos representantes da construção civil não deslegitima o que foi aprovado na conferência e defendeu a implantação da outorga onerosa. “É um instrumento importante que não deixa o ônus do adensamento de uma região somente para a prefeitura. Os empreendimentos voltados para adensar uma determinada área terão que ser pagos ao Poder Público, que vai utilizar a verba arrecada para melhorar a infraestrutura local”, explicou.

A proposta de limitação das vagas de garagem foi aprovada, porém, não como a apresentada pela prefeitura. O Executivo previa a autorização de apenas uma garagem de 25 m² por unidade habitacional. Já a medida aprovada, sugerida por um dos delegados, acrescenta uma vaga de motocicleta e outra de bicicleta. Quem quiser ter mais opção, precisará pagar ao município.

Preservação. Alvo de interesse de construtoras, a Mata do Planalto, na região Norte da capital, não poderá receber empreendimentos. Inicialmente ignorada na proposta original da prefeitura, um delegado conseguiu aprovar a medida que transforma a mata em Área de Preservação Ambiental 1, garantindo a preservação das características relevantes do local, que tem 200 mil m² de Mata Atlântica.



Cronograma
Datas. Ainda estão previstas outras duas sessões para votações de propostas. Elas serão
realizadas nos próximos dias 26 e 2 de agosto, quando a conferência será encerrada.

Saiba mais
Quem vota. Somente a sociedade civil participa da conferência. A prefeitura não tem poder de voto. Ao todo, são 243 delegados. São 81 de cada setor: popular, empresarial e técnico. O setor popular é composto por nove delegados eleitos em cada uma das nove regionais da cidade.

Propostas são votadas. A Prefeitura de Belo Horizonte apresenta as mudanças que pretende fazer na cidade. Com base nelas, os delegados podem apresentar suas propostas para apreciação.

Validade dos projetos. O que foi aprovado na conferência passa a ser referência para os projetos de lei da prefeitura com relação à política urbana. O prefeito não pode sugerir uma alteração que não tenha sido aprovada na conferência, que ocorre a cada quatro anos.

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